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A vida é uma questão de escolhas

Tive de fazer uma difícil escolha: aceitar transferência para Europa ou ficar no país e não atrapalhar a carreira da minha esposa. Fiquei”. Ao ouvir essa frase emocionada de um executivo, parei para refletir sobre a questão da escolha. Somos levados a decidir o tempo inteiro, seja qual for o caminho que vamos seguir para o trabalho, se descemos de escada ou pegamos o elevador ou se nos calamos diante do chefe quando ele nos pede para trabalhar naquele fim de semana em que nosso filho tem a primeira apresentação da escola.

Não importa a situação, o fato é que a vida nos impõe a necessidade de escolha. Canso de ver pessoas empurrarem com a barriga suas decisões e um belo dia serem pegas de surpresa. Aí, a sensação é de que o mundo está conspirando contra. Só nos esquecemos de que a escolha está em nossas mãos.

Se sua mulher vai embora porque cansou de esperá-lo para jantar porque você nunca chega cedo, porque sempre foi sozinha para a reunião na escola dos seus filhos, porque precisou passar em branco vários aniversários durante suas inúmeras viagens a trabalho, lembre-se: a escolha foi sua.

Da mesma forma, você que é mulher num determinado momento decidiu adiar seu sonho de maternidade por causa da carreira e quando resolveu engravidar ouviu do médico que seria um risco naquela idade, a resposta que tenho é a mesma: a escolha foi sua. Não quero aqui tomar partido, nem ser juiz das ações de cada um, só quero atentar para o poder das escolhas.

Semana passada, estive conversando com um grande amigo que enfrenta grave crise financeira pessoal. Para resolver o problema das dívidas, pediu demissão da empresa em que trabalhava há mais de dez anos. Agora está arrependido, não pagou tudo o que devia e ainda tem as despesas do dia a dia que não consegue dar conta.
Onde foi que ele errou? Na hora de fazer sua escolha que, aliás, nem sabia o quanto seria importante para acabar com seu martírio. Como dizia o grande Peter Drucker: “o produto final do trabalho de um gerente são decisões e ações”.

E você, já fez as suas escolhas? Está arrependido?

Fonte:Administrador.com.br

Como você reage quando o sucesso em vendas chega?

O sucesso em vendas é interessante. Quando você começa a se destacar, a
obter bons resultados começa a chamar a atenção dos outros. Para o ego isso
é maravilhoso, afinal de contas as pessoas passam a se interessar mais por
você e surge aqui uma nova situação em sua vida. Como reagir a toda essa
atenção?

Há quatro maneiras básicas dos vendedores reagirem quando alcançam um novo
nível de sucesso. São elas:

1. Alguns profissionais de vendas são extremamente humildes, não gostam de
ser o centro das atenções. Falam pouco ou quase nada e quando são elogiados,
a sua vontade seria de se transformar em papel de parede para nunca mais
serem notados. É ótimo ser humilde, mas não a ponto de não se permitir o
elogio pelo seu trabalho.

Dica: deixe os efeitos dessas novas conquistas seguirem seu curso normal e
aproveite para elevar seu nível de segurança emocional. Ela aumenta a
competência e esta, por sua vez, aumenta ainda mais o seu índice de vendas.

2. Outros vendedores aceitam o reconhecimento do sucesso alcançado, mas o
minimiza dizendo: “Oh! Podia ter sido melhor!” ou “Poderia ter batido essa
meta se…”. Pessoas assim possuem um grande impulso para o fracasso. Se
você não sente a vibração, a emoção de conseguir uma conquista, certamente
sua caminhada não será longa.

Dica: deixe um tempo em sua programação para comemorar seu sucesso, caso
contrário, para que tanto esforço.

3. Há alguns vendedores, que ao alcançarem o sucesso, permitem que este suba
à cabeça de tal forma que passem a pensar que são verdadeiros magos das
vendas. Os elogios e louros os transformam em pessoas arrogantes e
totalmente indesejáveis.

Dica: mesmo que tenha alcançado o sucesso, não se afaste de sua realidade.
Retorne rapidamente ao seu mundo, esqueça esse sucesso e trate logo de
começar a construir outro.

4. Alguns vendedores agem de forma consciente e madura. Sabem reconhecer o
momento de agradecer a todos aqueles que o ajudaram na conquista do sucesso.
São generosos e compartilham experiências. Sabem oferecer ajuda. Servem aos
clientes e colegas.

Dica: busque agir dessa forma e será um profissional admirado por todos.

Atitude: Liderança

Uma e outra corrida
por João Henrique Ribeiro dos Santos

Em certa ocasião, numa corrida já bastante tradicional, quatro jovens pilotos, amantes da velocidade e do risco, resolveram formar uma equipe e disputá-la. Seriam quatro carros com chances absolutamente iguais de vencer. Todos com a mesma eficiência técnica e rendimentos idênticos. A única coisa a distinguí- los seria a forma com que cada um conduziria seu veículo.

Começada a corrida, o primeiro piloto disparou na frente. Em seu objetivo de vencer, ele acelerava cada vez mais, o que ia tornando cada vez mais difícil manter o carro naquela pista sinuosa. A sua forma de guiar, com arrancadas espetaculares e derrapagens em todas as curvas ia produzindo um frisson nos espectadores e um desgaste prematuro e excessivo dos pneus, até que completamente desgovernado, saiu da pista a teve que abandonar a competição.

O segundo piloto, extremamente cauteloso e conservador, não admitia correr qualquer espécie de risco. Dessa forma, fazia uso dos freios com tal freqüência, que isto foi produzindo um sobre-aquecimento do sistema, que começou a falhar. Com os freios em precárias condições, foi obrigado a reduzir a marcha, e acabou sendo superado por todos os demais competidores.

O terceiro piloto, preocupado com as ameaças que representavam seus oponentes, controlava todos os seus movimentos pelo retrovisor. Ele ficou de tal modo fixado no espelho, atento a tudo que se passava atrás de si, que não percebendo uma curva à sua frente, saiu da pista e ficou fora da corrida.

O quarto piloto, muito mais equilibrado que seus companheiros, determinado a alcançar seus objetivos, ocupou-se logo de planejar uma estratégia para a corrida. E desse modo, sempre que as condições da pista permitiam, ele fazia uso do acelerador, e quando as condições lhe eram adversas, ele usava os freios. Jamais se permitiu quebrar a concentração a ponto de perder de vista seu objetivo ao consultar os retrovisores.

De início, ele foi superado pelos seus concorrentes, mas aos poucos, sua estratégia se mostrou acertada, e um a um ele foi superando seus adversários e conquistando suas posições. Até que por fim venceu a corrida. E de modo brilhante, sem apresentar cansaço excessivo ou desgaste acentuado de seu equipamento.

Esta breve história ilustra muito bem a forma como as nossas organizações estão sendo conduzidas.

Algumas, extremamente arrojadas em sua gestão lançam-se em busca de resultados sem avaliar riscos e sem medir esforços. Produzem um enorme desgaste em sua estrutura e raramente são bem sucedidas.

Outras, extremamente cautelosas, freqüentemente são surpreendidas pela competitividade do mercado, sendo invariavelmente superadas pela concorrência.

Outras ainda, sem uma clara visão de onde pretendem chegar, orientam- se apenas por números de exercícios anteriores ou pelos movimentos da concorrência. Estão literalmente fixadas no retrovisor e geralmente tomam a direção errada.

Há, porem, aquelas que estabelecem suas estratégias tendo em vista seus objetivos, que avaliam constantemente as condições do mercado. Elas são arrojadas ou conservadoras conforme a ocasião. Empresas que sabem onde querem chegar. Que percebem as oportunidades e monitoram as ameaças.

Essas normalmente são as vitoriosas.

João Henrique Ribeiro dos Santos é Administrador de empresas, pós- graduado em Consultoria Empresarial com ênfase em RH.

Hábitos para se livrar das dívidas

O Zen Habbits, que publica de dicas diversas, fez uma compilação de como eliminar suas dívidas e cuidar de sua saúde financeira. A lista deles têm alguns itens conceitualmente muito repetidos, alguns adequados só aos hábitos americanos e outros impraticáveis. Mas alguns são úteis e eu achei por bem citar alguns e acrescentar minhas próprias dicas, fazendo esta minha versão a seguir.

- Não comece novas dívidas, isto é fundamental. Prefira sempre usar dinheiro para suas compras e não faça compras a prazo.

- Tenha em mente que você deve gastar menos do que ganha.

- Quando as dívidas encerrarem, separe 60% para reservas e aproveite os outros 40%.

- Mantenha todas suas dívidas anotadas, assim você vai saber quanto você deve no total. Coloque-as em juntas em um planilha, separadas por pagamentos mensais, taxa de juros, e campos de totais mensais e gerais de todos estes balanços. Atualize mensalmente a medida que for pagando suas dívidas e observe as dividas diminuírem. Além de permitir o controle, a visualizar o progresso motiva a disciplina.

- Tenha apenas um cartão de crédito e este deve ter um limite baixo.

- Crie um fundo de emergência. Se você receber algum dinheiro extra (restituição do IRPF, etc) use-o para reserva de emergência.

- Corte os seus cartões de crédito. Sério!

- Não gaste tudo pagando as dívidas, você precisa deixar o suficiente para pagar suas despesas normais.

- Evite comer fora. Cozinhe sua própria comida, evite lugares onde a maior parte do preço esta na sofisticação e não no que vem no prato.

- Fuja das falsas economias. Você realmente precisa daquele bronzeador que vem de graça com a escova de dentes?

- Busque diversões gratuitas como: visitas a amigos, parques, exposições ou atividades com a família. Além de economizar vai melhorar sua qualidade de vida.

- Não conte com o fundo de emergência para pagar suas dívidas. Não toque no fundo de emergência!

- Avalie as despesas que devem aparecer no futuro (renovações de serviços anuais, por exemplo, são fáceis de esquecer) e se planeje para elas, assim quando elas vierem você já sabe o que fazer.

- Faça seu orçamento, conhecendo o destino de seu dinheiro, e dê uma margem de segurança.

- Pague o mínimo em cada dívida e ataque as menores com todo dinheiro extra que conseguir. Assim que eliminar completamente uma divida, faça o mesmo com a próxima.

- Identifique suas tendências de gastos e determine limites para cada uma.

- Persista. Assuma o compromisso de acabar com suas dívidas e se elas não estiverem lentamente diminuindo reveja seu comprometimento. Mudança é difícil e você precisa livrar-se dos hábitos que te levaram a ter dívidas. Qualquer um é capaz, incluindo você: pare de gastar!

- Observe suas reais necessidades e não tente racionalizar e inventar desculpas para comprar a última novidade tecnológica ou mais uma peça de roupa.

- Descubra os métodos que funcionam com você e mantenha-os. Se algo não esta funcionando, procure outra forma.

- Seja paciente. As dívidas não irão desaparecer de uma hora para outra, acompanhe seu progresso e não espere mudanças repentinas.

- Faça uma economia realista. Coloque a maior parte do dinheiro para pagar as dívidas e ter um fundo de emergência mas deixe um pouco para gastar à vontade. Poucas pessoas conseguirão se manter sem vida social e lazer.

- Elimine. Examine as coisas em sua vida que não são realmente necessárias e estão fazendo você acumular dividas. TV por assinatura, internet com mais velocidade que precisa, assinatura de revistas que você não lê. Se você acha difícil se livrar destas coisas, some os valores gastos e veja o quanto economizará, mensal e anualmente, você vai ficar surpreso!

- Pare de pegar empréstimos. Isso inclui: cartões de crédito, financiamento de carro novo, etc. Se você não pode comprar em dinheiro agora, você não pode comprar!

- Separe suas despesas em categorias. Anote-as e observe quais áreas você tem problemas com gastos e focalize sua meta nelas.

- Sempre saiba exatamente quanto dinheiro você tem (na carteira e no banco).

- Faça um plano, qualquer planejamento financeiro é melhor que nenhum.

- Tenha visão a longo prazo, tenha em mente onde você estará em cinco, dez ou trinta anos a frente.

- Desligue a tv, jogue fora malas diretas, folhetos de propaganda e e-mails de propagandas. Faça isto para não ficar tentado a comprar coisas que você realmente não precisa.

- Recebeu um aumento? Faça de conta que não aconteceu. Coloque todo este dinheiro para pagar as dívidas.

- Mude a forma de pensar o dinheiro. Calcule quanto dinheiro você faz em uma hora de trabalho e então aplique o fator tempo em suas compras. Veja quanto tempo você terá que passar trabalhando para pagar aquele gadget novo e veja se vale a pena este esforço. Provavelmente não.

- Pague primeiro as dívidas com juros mais altos.

- Fique atento às alternativas. Você realmente precisa daquela marca? O modelo mais novo (e mais caro) realmente é o que você precisa?

- Ganhe dinheiro extra. Aproveite alternativas que gerem retorno extra e aplique-as para saldar as dívidas.

- Coloque um cartão na sua carteira com a frase: “VOCÊ REALMENTE PRECISA DISSO?”

- Imprima esta lista e releia freqüentemente. Marque os itens que precisa reforçar. Torne um hábito e não desista!

 

Você é um profissional Jack Bauer?

Nenhum outro personagem do cinema ou televisão é tão eficaz quanto Jack
Bauer. O que temos a aprender com ele?
Em apenas um dia, Jack Bauer consegue salvar os Estados Unidos de ataques
terroristas - não apenas uma, mas diversas vezes, evita atentados à vida do
presidente, identifica traidores, interroga suspeitos, invade embaixadas,
foge de prisões, infiltra-se em grupos inimigos e, no fim de 24 horas,
consegue dar conta de todos os desafios. Nenhum outro personagem do cinema
ou televisão é tão eficaz quanto Jack Bauer. 

Peter Drucker foi, sem dúvidas, o pensador que mais bateu na tecla sobre a
importância da eficácia. Segundo o pai da administração moderna, eficácia
significa fazer as coisas acontecerem. Só isso? Exatamente. Parece simples,
mas poucos são os profissionais que realmente têm a capacidade de fazer o
que tem que ser feito e entregar resultados satisfatórios. A boa notícia é
que a eficácia é um hábito que podemos adquirir como adquirimos qualquer
outro hábito, ou seja: a partir da prática.

Drucker aponta cinco práticas essenciais para qualquer pessoa se tornar um
profissional eficaz. Vamos ver como Jack Bauer lida com cada uma delas?
- Gerenciar o tempo - O tempo é um recurso limitante e totalmente
irrecuperável. “Se você não souber gerenciar o seu tempo, não poderá
gerenciar coisa alguma”, diria o professor Drucker. Em 24 Horas, o relógio
corre literalmente contra Jack Bauer, o que faz da gestão do tempo uma
questão de vida ou morte para o agente da CTU.
- Esforçar-se para dar contribuições - O foco na contribuição é a chave da
eficácia. Significa transferir a atenção do profissional de sua própria
função, de sua especialidade específica, para o desempenho da empresa como
um todo. Drucker recomenda que se faça sempre a seguinte reflexão: “que tipo
de contribuição posso oferecer que afetará de forma significativa o
desempenho e os resultados da empresa em que trabalho?”. Bauer tem uma clara
noção do todo. O personagem nunca se esquiva de uma missão importante com a
desculpa de que “isso não faz parte do meu trabalho, não sou pago para
isso”.

- Tornar produtivos os pontos fortes da organização - Nada se constrói sobre
a fraqueza e, para conseguir resultados, devemos usar todas as forças
disponíveis - a dos colegas, a dos superiores e a nossa própria. O executivo
eficaz não toma decisões sobre pessoal para diminuir fraquezas, e sim para
aumentar a força da empresa. Nesse ponto, o personagem de Jack Bauer encarna
o verdadeiro gerente eficaz de Drucker. Bauer costuma tomar a frente das
operações, faz questão de trabalhar apenas com os seus melhores colegas (e
respeita e reconhece as competências de cada um), questiona e influencia a
ordem de seus superiores - o que inclui até mesmo o presidente dos Estados
Unidos! - e, por fim, tem consciência de seus próprios pontos fortes e os
coloca totalmente à serviço da “organização” (no caso, a CTU e os EUA).

- Concentrar seus esforços nas tarefas mais importantes para atingir
resultados - Um dos segredos da eficácia reside na concentração dos
esforços. Primeiro o mais importante. Devemos saber lidar com a realidade de
que sempre há mais coisas a fazer do que tempo disponível para realizá-las.
Para sermos eficazes, devemos saber estabelecer prioridades e, também,
posterioridades - aquelas tarefas que adiamos ou até mesmo abandonamos. Jack
Bauer é um mestre nessa prática. Uma das 24 frases mais ditas em todas as
temporadas da série é justamente “I don’t have time for this!” (”não tenho tempo para isso!”). Bauer,
inclusive, costuma passar por cima de algumas normas e regras burocráticas
que podem travar e comprometer o cumprimento de suas missões (um alerta: não
tente fazer isso na sua organização!).
- Tomar decisões eficazes - Drucker observa que a decisão certa exige tanto
análise quanto coragem. Cada decisão é um julgamento de risco: é um
comprometimento de recursos presentes com um futuro incerto e desconhecido.
Se o processo de tomada de decisão for cuidadosamente observado e as medidas
necessárias forem tomadas, diminui-se o risco e aumenta-se a chance da
decisão ser bem-sucedida. Todas as decisões de Bauer são extremamente
difíceis e arriscadas, mas o personagem tem consciência de sua importância e
não sucumbe com o peso de seu fardo - e não se exime de tomá-las, mesmo que
tenha que arcar com severas consequências posteriormente.
“A eficácia dos gerentes é a nossa maior esperança para tornar a sociedade
moderna economicamente produtiva e socialmente viável”.
Peter DruckerJack Bauer

I don’t have time for this!

Antes que atirem a primeira pedra, quero deixar claro que devemos guardar as
devidas proporções nessa comparação. Jack Bauer é um personagem fictício de
uma (viciante) série de televisão. Seus fins sempre justificam seus meios
nada ortodoxos. As situações impostas pelos roteiristas sempre colocam Jack
entre a cruz e a espada com dilemas morais e éticos complexos do tipo
“justifica-se torturar alguém para obter uma informação capaz de salvar
milhares de pessoas?”. Gostaria que o leitor, sinceramente, não tomasse esse
exemplos para condenar o pobre Jack Bauer e esse seu humilde fã que vos
escreve. É importante lembrar que Jack Bauer jamais saiu aplaudido ao final
das 24 horas. Pelo contrário, no último episódio seus problemas sempre
recomeçam… tic-tac, tic-tac, tic-tac.
 

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