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Archive for October, 2007

A arte de conviver com pessoas insuportáveis no trabalho.

Não importa qual o ramo de atividade que exercemos, mais cedo ou mais tarde temos que conviver com pessoas com um temperamento difícil. O que fazer?

Entrevistamos Bruna Gasgon, consultora em comunicação e recursos humanos, que criou apelidos para os tipinhos insólitos que aparecem nos escritórios e ensinar de uma maneira divertida como neutralizar as más influências.
“Pode ter certeza, em algum momento de sua vida você foi (ou é) insuportável para alguém. Então você tem que refletir sobre as suas atitudes para que o clima do escritório não piore”.
Conheça os principais tipinhos difíceis de escritório e aprenda a lidar comeles:

Brucutu
Perfil:
É aquele que sente prazer especial em humilhar as pessoas, principalmente os
subordinados. Ele grita, dá respostas grosseiras e parece que nem percebe o
quanto magoa os que estão ao seu redor. Geralmente, ou você engole, ou vira
brucutu também. Nenhuma das duas alternativas é interessante.

Por que ele é assim?
Um brucutu pode ter acordado com o pé esquerdo, estar de TPM, “a Tendência
Para Matar”, disse Bruna. Geralmente tratam mal os subordinados porque acham
que têm poder suficiente para escapar de protestos.

O que fazer?
Quando alguém estiver explodindo com você, deixe que a pessoa fale tudo o
que quer. “Espere acabar a corda”, explica Bruna. Fique parado na mesma
posição. “É estranho, mas em todas as pesquisas que fiz, quando alguém se
move numa situação dessas, a pessoa que está explodindo fica ainda mais
brava”.
Finalmente, depois que o brucutu se calar, diga em um tom de voz calmo e
baixo que você é um profissional, que merece ser respeitado e de gostaria
muito que isso não acontecesse mais. “Pode acreditar, o brucutu se desmonta
na hora porque ele percebe que reagiu de forma errada”.

Sabe-tudo
Perfil
Sabe aquele chato que sempre te corta no meio de uma reunião porque ele tem
certeza de que sabe muito mais sobre o assunto? Também é aquele que fica o
tempo todo contando vantagem, falando da viagem sensacional que fez, do
melhor restaurante da cidade que só ele conhece, do carrão que comprou.

Por que ele é assim?
Pessoas que tentam mostrar o tempo todo o como são melhores têm um profundo
complexo de inferioridade, são muito inseguras, diz Bruna.

O que fazer?
Vire o melhor ouvinte do mundo. Não tente dizer que o seu é melhor ou que
você não acha a nova camisa dele tão fantástica assim.. Quanto mais você der
corda, mais ele vai querer se exibir.

Kid Tocaia
Perfil
O mais nocivo de todos. É aquele colega que faz de tudo para que você fique
mal diante dos olhos do seu chefe e que comemora secretamente cada falha que
ele vê em você. Fofoqueiro, costuma dar umas alfinetadas em você no meio de
uma rodinha e depois solta um “eu tava brincando, amigo(a )  !”.

Por que ele é assim?
O Kid Tocaia quer alguma coisa que você tem. Pode ser seu cargo, seu cabelo,
seu namorado (a)  . São patologicamente invejosos.

O que fazer?
É preciso estar atento para que as mentiras espalhadas pelo Kid Tocaia não
acabem com a sua imagem na empresa. “O mais complicado é segurar a vontade
de sair no braço com o invejoso, mas não adianta revidar. Se você estiver
explodindo, vá ao banheiro mais próximo e dê uns gritos de caratê para
aliviar a tensão”, aconselha Bruna.
Não adianta ficar remoendo o ódio, afinal de contas você não é culpado pela
inveja do Kid. “Dedique-se ao seu lazer. Pegue um dia para dar um passeio
sozinho. Não adianta ficar acumulando a raiva porque isso faz mal à saúde e
atrapalha ainda mais o seu trabalho”, disse a consultora.

Frente fria
Perfil
Uma nuvem preta paira apenas sobre a cabeça dele. Tudo está ruim e a pessoa
se sente tão mal com tudo e todos que contamina o escritório.

Por que ele é assim?
Os frente fria são pessoas muito melancólicas, que optaram por olhar sempre
para o lado negativo das coisas. Sabe aquela história de ver que o copo está
meio vazio?

O que fazer?
Não tente argumentar ou brincar de “Jogo do Contente”. Eles vão inverter
tudo que você disser e achar ainda mais “provas” de que o mundo vai acabar
antes das seis da tarde. Principalmente, NUNCA mude seus planos por causa de
uma opinião do frente fria.

Disque problema
Perfil
Primo do frente fria, é viciado em reclamar. Se trocam os computadores,
reclama que não vai saber mexer nos programas novos. Se pintam as paredes,
reclama que o ambiente ficou muito claro.

Por que ele é assim?
Para essas pessoas, reclamar é um vício. É impressionante como eles
conseguem estragar a melhor das intenções.

O que fazer?
Chame a pessoa para conversar e fale francamente o que você acha das
atitudes dela. Não tente atacar, a conversa tem que ser bastante amigável.
Você pode até começar brincando, chamando a pessoa de reclamona. “Na hora o
Disque Problema pode fugir da conversa, mas com certeza no dia seguinte ele
vai falar com você e tentar reclamar menos”, disse Bruna.

CRUELDADE…

Pelos caminhos do mundo, quem deixou de se deparar com a crueldade? O tempo passa, mudam os governantes, caem os impérios e o ser humano permanece com a crueldade a lhe assinalar a trajetória.

Na aurora da humanidade, imperava a barbárie. Os povos primitivos, sem maturidade moral, resolviam as questões tendo a violência como base.

Naquela época remota, as coisas eram arrancadas à força, os homens indiferentes às mortes e as torturas, uma constante aceitação pelo grupo social. Valiam todos os meios para fazer prevalecer a própria vontade.

Aos poucos, o conceito de crueldade foi se modificando. O que antes era aceito como fenômeno natural, passou a ser considerado como inaceitável.

Para nós, brasileiros, há um momento recente de nossa História que nos permite observar como evoluiu o conceito de crueldade. É o caso da escravidão dos povos africanos.

Se nos detivermos a analisar a vida cotidiana no século 19, concluiremos com horror que a escravidão era não apenas aceita socialmente, como a crueldade no trato com os escravos perfeitamente tolerada.

Protegida pelas leis e pelas conveniências sociais, a crueldade que vitimava os escravos se tornara prática do cotidiano.

Castigos físicos, açoites, mutilações, assassinatos, venda de crianças – toda essa série de práticas tenebrosas acontecia à luz do dia. E raras eram as vozes que vinham em socorro dos oprimidos.

Hoje, todas essas práticas horrorizam a maioria das pessoas. Mas ainda há os que as praticam.

Quem não ouviu falar das torturas a prisioneiros de guerra em pleno século XXI? E as discriminações? E as vítimas de tráfico e exploração de mulheres, trabalhadores e crianças?

Para o ser humano, cujo senso moral ainda está em aperfeiçoamento, basta surgir uma oportunidade para que os velhos maus instintos apareçam.

Então concluímos que a pressão social e o refinamento dos costumes empurrou a crueldade para os subterrâneos. Reduziu muito, mas ainda não a fez desaparecer inteiramente.

E é por isso que ainda vemos as lamentáveis cenas de violência nas ruas: assaltos, homicídios, torturas, espancamentos. Tudo para se obter poder, riquezas, bens materiais.

Também é comum ver nos dias atuais a crueldade que se esconde dentro dos lares, com mulheres e crianças feridas física e emocionalmente.

A crueldade humana atinge até mesmo outras espécies. Animais são espancados até a morte, muitas vezes por simples prazer.

Perante esse cenário de desesperança, o que podemos fazer?

A resposta foi dada há dois milênios, por Jesus Cristo: “Amar”. Que é o amor senão a força que substitui as armas, pondo flores em seu lugar?

Certamente não estamos falando do amor romântico, mas do amor incondicional. Aquele que os gregos chamavam de ágape.

É um amor tão pleno que atinge a tudo o que foi criado por Deus. Pessoas, estrelas, árvores, oceanos.

Mas para alcançar esse estado, é preciso – antes de tudo – disciplina. Disciplina? Sim, disciplina para conter os impulsos do egoísmo.

Quem ama verdadeiramente, busca antes alegrar a vida do outro com gestos de afetividade e de concessão.

Na longa trajetória humana, aos poucos vamos aprendendo a amar. Inicialmente, amamos poucos: família, amigos. Depois vamos ampliando o círculo.

Até que um dia, plenos de gratidão a Deus, olharemos para todas as Suas criaturas com tanta ternura que nosso coração transbordará de alegria.

Nesse dia, seremos incapazes de atos de crueldade. Nesse dia, então, haverá pleno amor em nós.

Redação do Momento Espírita

Gênio…

Gênio é aquele que tem uma grande paciência. (Thomas Edison)

Nunca mais perca nenhuma chance de demonstrar o seu lado amoroso.

Você nasceu para viver a vida em toda a sua plenitude, sabia? Você nasceu para ser grande, para ser feliz, para ser realizado!

Por isso, mantenha-se aberto, flexível e atento. E aproveite para crescer e aprender a partir de cada experiência individual. Pergunte-se sempre: “O que aprendi com isso?”

Sinta-se envolvida por uma vontade de ficar mais competente e preparado, esperto a cada situação. Queira crescer.

Nunca esqueça que a dor pode ser a sua maior fonte de ensinamento, tá? Sim, porque quando as coisas estão correndo bem, raramente você se pergunta: “O que estou aprendendo?”. Já na sensação de incomodo, de desconforto e de provocação você pode questionar mais a vida e buscar novas formar de viver! Faça como as crianças: questione o porquê de tudo!

Agora tem um pergunta fatal que pode ajudar bastante: “Amei o bastante?”. Responde agora essa pergunta!

Não deixe para quando estiver na hora da morte ou muito velho para se voltar ao amor, viu? Viva já uma vida repleta de amor e nunca mais perca nenhuma chance de demonstrar o seu lado amoroso.

Portanto, se a vida é um aprendizado, todas as suas experiências podem ser reduzidas a uma única lição: a de aprender a amar, viu?

Não existe nenhuma experiência ruim! Você sempre está aprendendo como tudo. Alegre-se pela oportunidade de fazer com que o amor cresça cada vez mais dentro de você. Arrume espaço para ele no seu coração, na sua vida! Siga em frente! Queira viver! Queira crescer! Queira amar!

Bom Dia! Bom Divertimento! Que Deus te abençoe!

“Erga-se toda vez que se sentir que está no chão. Seu lugar não é ali”

A Lição da Ostra

Uma ostra que não foi ferida jamais produzirá pérolas. A pérola é uma ferida curada.

Pérolas para as ostras são produtos da dor, resultados da entrada de substâncias estranhas ou indesejáveis no seu interior, assim como um parasita ou um grão de areia.

A ostra possui na parte interna da concha uma substância lustrosa chamada nácar.

Quando um grão de areia penetra ali, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.

Como resultado, uma linda pérola é formada.

Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérola.

 

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?

Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?

Suas idéias já foram rejeitadas?

 

Nesses momentos lembre-se que a pérola, para uma ostra, é uma ferida cicatrizada!

Então, produza uma pérola.

Cubra suas mágoas e rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.

Crie sua pérola usando o seu amor!

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