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Archive for October, 2007

Frase do dia

Fama e poder são os subprodutos de alguém que gosta do que faz e faz bem. (Malcolm Forbes)

Blogueiros fazem movimento para trocar dicas ambientais

Milhares de blogueiros no mundo inteiro, entre eles um comissário da União Européia, trocaram dicas nesta segunda-feira (15) numa “blitz” na internet sobre como enfrentar as mudanças no clima e outros problemas ambientais.

Os organizadores do “Dia de Ação dos Blogs” disseram que cerca de 15.800 sites inscreveram-se e estavam dando idéias nos diários pessoais na Internet. Os conselhos vão desde como plantar mais árvores a como recilcar o plástico.

“Nosso objetivo é fazer todo mundo falar sobre como conseguir um futuro melhor”, afirmou o site do movimento (www.blogactionday.com). (Folha Online)

Ser ruim para ser bom!

Ser ruim para ser bom!

Hoje o cliente se tornou mais exigente porque sabe de seus direitos e conta com um arsenal muito grande de informações através da televisão e da Internet.

O cliente só fecha uma compra quando se sente seguro a respeito do produto, de sua necessidade, seus benefícios e também tem informações adicionais como garantia e assistência técnica.

Hoje, o vendedor é um solucionador de problemas e deve sempre ajudar o cliente.

Na maioria das vezes o cliente não entende o que está sendo apresentado para ele e sempre diz não, pois nunca ouviu falar daquele assunto ou produto.

O vendedor deve entender a posição do cliente e sempre dizer sim.

Toda vez que houver um conflito entre o sim e o não o vendedor deve ajudar o cliente a se decidir para o melhor.

Para os vendedores profissionais, o fechamento é “O processo de ajudar as pessoas a tomarem decisões que serão boas para elas mesmas”.

Para ajudar o cliente em sua tomada de decisão o vendedor deve estar bem preparado. E estar bem preparado significa conhecer bem o produto, suas características e principalmente os seus benefícios. E acima de tudo, o vendedor deve confiar no produto que está vendendo e realmente saber se a aquisição daquele produto será boa para o seu cliente e não apenas para o bolso “dele” vendedor.

Se o vendedor está vendendo uma caneta esferográfica ele deve confiar plenamente nesta caneta, saber se ela não vaza, souber se ela escreve sem manchar o papel e assim por diante.

Se o vendedor não acredita e não confia em seu produto ele está enganando o cliente. O vendedor que não acredita no produto não está fazendo uma venda, ele está manipulando o cliente em benefício próprio e terá vida curta na profissão de vendas.

O vendedor profissional sabe conduzir o diálogo com o cliente até o fechamento. E o que é fechamento mesmo?

“É o Processo de ajudar as pessoas a tomarem decisões que serão boas para elas mesmas”.

Vamos imaginar uma situação limite que ilustra muito bem como deve ser a atuação do vendedor profissional.

Estamos em uma praia. De repente ouve-se o grito desesperado de alguém que está se afogando. Esta pessoa está desesperada, se debatendo com muita força, está cansada e se não receber ajuda em tempo hábil acabará morrendo. Ele é o cliente.

Na praia, está um salva vidas, que para nós tem a atitude do vendedor. Este salva vidas sabe quais atitudes deve tomar para salvar a pessoa que está se afogando. Ele confia no seu próprio trabalho. O que este salva vidas deve fazer?

Ele nada em direção a pessoa que está se afogando, e usa de técnicas arrojadas para salvá-la. Ele pode, por exemplo, dar uma chave de braço nesta pessoa neutralizando-a, fazendo com que ela pare de debater e possa a levar em segurança para a beira da praia. Ou então ele pode dar um soco nesta pessoa para desmaiá-la e então levá-la para a margem.

Muitas pessoas podem achar que este salva vidas foi bruto, ao aplicar um golpe tão forte contra a pessoa que estava se afogando. Mas pensando por outro lado a atitude do salva vidas foi a melhor maneira de salvar a vida da pessoa que estava se afogando dentro da água: neutralizando os seus movimentos e assumindo o controle da situação.

Se este mesmo salva vidas nadasse em direção à pessoa que está se afogando, e pedisse para ela deve ficar calma, que ela deveria parar de se debater para ele poder salvá-la, possivelmente os dois se afogariam por um motivo muito simples: quem está se afogando quer apenas sair da água e em sua cabeça isso só acontecerá se ela se agarrar em alguém e continuar se debatendo.

Em alguns casos, a atuação do vendedor deve ser incisiva e imponente igual a este salva vidas. O vendedor, assim como o salva vidas deve conhecer as possíveis reações do cliente. Quando se conhece a reação do cliente pode-se apresentar a alternativa mais viável para que ele compre o produto e tenho o benefício proposto.

O vendedor profissional deve lembrar-se do exemplo da pessoa que está se afogando quando estiver vendendo um produto. É o vendedor quem deve apresentar as soluções. Mostrar que em determinados momentos deve-se se duro e inflexível em suas posições para fechar a venda e assim ajudar o cliente a decidir-se o que é melhor para ele.

Assim como a pessoa que está se afogando, o cliente não reconhece a sua necessidade de ter o produto. O vendedor profissional deve “salvar” o cliente, mostrando a ele a necessidade de se ter o produto em casa. Em muitos casos o vendedor deve ser “ruim” para ser bom.

Por isso o vendedor deve conhecer bem as técnicas de vendas. Deve, quando necessário dar uma chave de braço no cliente, impedir que ele se debata e acabe afogado, isto é, sem o produto.

Ambiente de trabalho: você conhece os ladrões do tempo?

Por mais que tente, seu trabalho não está rendendo? Passa horas executando a mesma atividade? Está fazendo hora extra, mas mesmo assim não consegue entregar os projetos no prazo?Pois saiba que o problema pode não estar em você. Isso porque, no mundo corporativo, existem os ladrões do tempo. São fatores que fazem com que o trabalho realizado não siga em frente. Você sabe quais são eles?

Falta de clareza
Não saber se comunicar bem pode causar perda de tempo. Pense e responda: você explica algo, mas sempre existem dúvidas por parte das pessoas? Então, ou você está falando como não deve ou a pessoa não está se esforçando para entender. Ao fornecer explicações, vá para um ambiente fechado e com pouco barulho, o que melhora o entendimento.

Além disso, os projetos rendem mais quando a comunicação é mais eficiente, já que eles não precisam ser refeitos a todo o momento. A falta de clareza é um ladrão de tempo e este é o que mais pode ser evitado, com uma boa conversa.

Interrupções
Concentração é a principal ferramenta para que seu trabalho tenha resultados rápidos e, por isso, tudo o que a tire e que lhe faça dispersar pode ser considerado um ladrão de tempo. Quando você está escrevendo um texto, goste que o chamem por telefone, e-mail ou que façam uma pergunta?

Se a resposta for não, é porque você reconhece a importância da concentração para um bom trabalho e o pior ladrão de tempo: a interrupção. Ela faz com que você simplesmente, como diz o ditado popular, “perca o fio da meada”. Até retomar a atividade, já se foram valiosos minutos, ou horas.

Reuniões desnecessárias
As reuniões desorganizadas são uma grande perda de tempo. Caso sejam feitas sem necessidade, podem gerar um dia sem resultados.

Não deixe que elas durem por muito tempo. Este momento poderia ser utilizado para os primeiros passos do projeto, por exemplo. É claro que é preciso sempre uma discussão sobre procedimentos e caminhos a seguir. No entanto, somente refletir não leva a resultados, é preciso colocar em prática.

Empresas investem em marketing via celular

Aparelhos móveis são foco de ações dirigidas por meio de games e conteúdos segmentados

Empresas e agências de publicidade estão investindo numa forma de fazer propaganda pelo celular de uma maneira não tão direta: usando jogos. Desde o início do ano, a AlmapBBDO já tem quatro jogos associados a grandes marcas para downloads para o celular sem custo.

“É um presente para o consumidor da marca”, diz Sergio Mugnaini, diretor de criação para internet da agência. Dois dos jogos foram desenvolvidos para a Pepsi em cima do personagem “Twistão”, um limão que representa o refrigerante também chamado Twistão.

Foram mais de 30 mil downloads desses jogos em três meses. Satisfeita com o resultado, segundo Mugnaini, a companhia repetiu a dose na época da Copa do Mundo, investindo no game “Limão na Copa”. “Mesmo com um tempo limitado para acessos, o game obteve 25 mil downloads junto ao público-alvo, os jovens consumidores.”

A operadora de telefonia Claro e a montadora Volkswagen foram outras empresas que embarcaram na possibilidade. “A mistura de ações em plataformas diferentes é uma tendência irreversível na propaganda”, diz Paulo Stephan, diretor da agência Talent. “No Festival de Cannes deste ano, de cada dez casos apresentados, nove tinham ações que incluíam o celular no trabalho de difundir marcas.”

O uso de jogos em celulares, na verdade, é uma tentativa ainda incipiente de publicidade via telefone. Para alguns publicitários, essa pode não ser a solução mais adequada. Pedro Cabral, diretor da AgênciaClick, que nasceu justamente para explorar o potencial da era digital, avalia que o momento ainda é muito experimental.

“Jogar não está implícito na personalidade do telefone celular, mas sim em equipamentos como os videogames”, diz Cabral. No Brasil enfrenta-se ainda a barreira tecnológica: dos cerca de 92 milhões de celulares em uso no País, apenas 12 milhões podem baixar jogos.

O gamemaníaco, como se autodefine, e também diretor de criação da agência de propaganda interativa OneDigital, Cazou Vilela, lamenta que o potencial dos games em celular ainda não seja explorado como poderia, embora reconheça que não se trata de um problema do Brasil, mas global.

“Há dois anos houve uma bolha com o surgimento de aparelhos próprios para baixar games, mas esse mercado não respondeu com a velocidade imaginada e a Nokia, por exemplo, tirou o celular NGame de linha”, conta ele, até hoje proprietário de um modelo Ngame.

Fonte: Estadão

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