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Archive for November, 2007

Olhe os seus erros com ternura e com compaixão

Jogue fora tudo aquilo que você não precisa mais! Jogue fora as mágoas, as ofensas, as lembranças tristes.Nunca mais deixe que tudo isso sufoque o seu peito e tire o brilho de sua vida!  Nunca mais permita que o que aconteceu ontem com você, contamine e mate o que está vivendo hoje!

Quanto aos seus erros e fracassos, olhe-os com ternura e com compaixão. Tudo o que você fez, foi o melhor naquele momento. É claro que faria diferente se fosse hoje, mas a decisão naquele instante era a melhor opção que você tinha. Seja benevolente consigo mesmo.

A gratidão gera gratidão, viu? E o inverso também é verdadeiro: lamúria atrai lamúria! Portanto, fique atento aos seus pensamentos e atitudes. Pois é o sentimento de gratidão que faz você sentir paz de espírito e paz consigo mesmo. A gratidão faz com que você se olhe no espelho e diga: “que bom que esse daí sou eu: com qualidades e defeitos, com acertos e erros. E também com muitas realizações na vida”

Somente o sentimento de gratidão tem esse poder de fazer você conversar com a sua alma no espelho.

Transforme o orgulho em gratidão, viu? Tenha coragem de fazer uma faxina na sua alma. Limpe o que já passou. Perdoe quem tem que perdoar. Deixe o passado onde tem que ficar: lá trás!  Cure-se! Faça tudo para ser feliz!

Ouça muito mais a sua alma e cale a boca de sua personalidade tagarela e implicante. Viva com mais amor.

Bom Dia!  Bom Divertimento! Boa semana. Fique com Deus!

“Perdoar é o modo mais sublime de crescer. Pedir perdão é o modo mais sublime de se levantar” - Luis Carlos Mazzini

Chico Xavier

Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais,
nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste
espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraíste,
com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais,
buscas, expulsas, modificas tudo aquilo
que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes….

São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta,
Busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e
fazer um novo começo,
Qualquer Um pode Começar agora e fazer um Novo Fim.
Benção do Chico.

Passeio Socrático

Por Frei Beto

Ao visitar em agosto a admirável obra social de Carlinhos Brown, no Candeal, em Salvador, ouvi-o contar que na infância, vivida ali na pobreza, ele não conheceu a fome. Havia sempre um pouco de farinha, feijão, frutas e hortaliças.

“Quem trouxe a fome foi a geladeira”, disse.

O eletrodoméstico impôs à família a necessidade do supérfluo: refrigerantes, sorvetes etc. A economia de mercado, centrada no lucro e não nos direitos da população, nos submete ao consumo de símbolos. O valor simbólico da mercadoria figura acima de sua utilidade. Assim, a fome a que se refere Carlinhos Brown é inelutavelmente insaciável.

É próprio do humano - e nisso também nos diferenciamos dos animais - manipular o alimento que ingere. A refeição exige preparo, criatividade, e a cozinha é laboratório culinário, como a mesa é missa, no sentido litúrgico.

A ingestão de alimentos por um gato ou cachorro é um atavismo desprovido de arte. Entre humanos, comer exige um mínimo de cerimônia: sentar à mesa coberta pela toalha, usar talheres, apresentar os pratos com esmero e, sobretudo, desfrutar da companhia de outros comensais.

Trata-se de um ritual que possui rubricas indeléveis. Parece-me desumano comer de pé ou sozinho, retirando o alimento diretamente da panela.

Marx já havia se dado conta do peso da geladeira.

Nos “Manuscritos econômicos e filosóficos” (1844), ele constata que “o valor que cada um possui aos olhos do outro é o valor de seus respectivos bens. Portanto, em si o homem não tem valor para nós”.

O capitalismo de tal modo desumaniza que já não somos apenas consumidores, somos também consumidos. As mercadorias que me revestem e os  bens simbólicos que me cercam é que determinam meu valor social.

Desprovido ou despojado deles, perco o valor, condenado ao mundo ignaro da pobreza e à cultura da exclusão.

Para o povo maori da Nova Zelândia cada coisa, e não apenas as pessoas, tem alma. Em comunidades tradicionais de África também se encontra essa interação matéria-espírito. Ora, se dizem a nós que um aborígine cultua uma árvore ou pedra, um totem ou ave, com certeza faremos um olhar de desdém.

Mas quantos de nós não cultuam o próprio carro, um vinho guardado na adega, uma jóia?

Assim como um objeto se associa ao seu dono nas comunidades tribais, na sociedade de consumo o mesmo ocorre sob a sofisticada égide da grife.

Não se compra um vestido, compra-se um Gaultier; não se adquire um carro, e sim uma Ferrari; não se bebe um vinho, mas um Château Margaux. A roupa pode ser a mais horrorosa possível, porém se traz a assinatura de um famoso estilista a gata borralheira transforma-se em Cinderela…

Somos consumidos pelas mercadorias na medida em que essa cultura neoliberal nos faz acreditar que delas emana uma energia que nos cobre como uma bendita unção, a de que pertencemos ao mundo dos eleitos, dos ricos, do poder. Pois a avassaladora indústria do consumismo imprime aos objetos uma aura, um espírito, que nos transfigura quando neles tocamos. E se somos privados desse privilégio, o sentimento de exclusão causa frustração, depressão, infelicidade.

Não importa que a pessoa seja imbecil. Revestida de objetos cobiçados, é alçada ao altar dos incensados pela inveja alheia. Ela se torna também objeto, confundida com seus apetrechos e tudo mais que carrega nela, mas não é ela: bens, cifrões, cargos etc.

Comércio deriva de “com mercê”, com troca. Hoje as relações de consumo são desprovidas de troca, impessoais, não mais mediatizadas pelas pessoas.

Outrora, a quitanda, o boteco, a mercearia, criavam vínculos entre o vendedor e o comprador, e também constituíam o espaço das relações de vizinhança, como ainda ocorre na feira.

Agora o supermercado suprime a presença humana. Lá está a gôndola abarrotada de produtos sedutoramente embalados. Ali, a frustração da falta de convívio é compensada pelo consumo supérfluo.

“Nada poderia ser maior que a sedução” - diz Jean Baudrillard - “nem mesmo a ordem que a destrói.”

E a sedução ganha seu supremo canal na compra pela internet. Sem sair da cadeira o consumidor faz chegar à sua casa todos os produtos que deseja.

Vou com freqüência a livrarias de shoppings. Ao passar diante das lojas e contemplar os veneráveis objetos de consumo, vendedores se acercam indagando se necessito algo.

“Não, obrigado. Estou apenas fazendo um passeio socrático”, respondo. Olham-me intrigados.

Então explico:

Sócrates era um filósofo grego que viveu séculos antes de Cristo.

Também gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas.

E, assediado por vendedores como vocês, respondia:

“Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz”

TROQUE OS SEUS HÁBITOS NEGATIVOS

Quando uma pessoa decide a voar mais alto, precisa necessariamente adotar processos mais de acordo com esse ideal. 
Uma vontade ativa e resoluta destaca-se porque se desenvolve ao impulso de hábitos positivos e conscientes.

Na verdade, para o comum e o instintivo, não necessitamos de muita inteligência nem de muito esforço, pois nesses casos, nossas forças operam automaticamente. Quando, no entanto, se requer uma direção para planos mais altos, tudo muda, dado que necessitamos adquirir novos hábitos, todos inspirados em fins construtivos. Assim, temos que abandonar os costumes que nos atrasam e exercem maior pressão sobre nós mesmos para que contemos com energia bastante para levar avante nossos projetos.

Todos possuímos as possibilidades pessoais necessárias a realização de grandes empreendimentos.
O que falta a muitos é a coragem de adotar métodos e modos de pensar e agir de conformidade com o fim almejado. O homem vive com maior impulso quando esta disposto a alterar o seu modo de viver e pensar, a fim de melhor se adaptar a realização desejada.
 

Existem algumas regras fáceis para modificar hábitos que atrasam nossas grandes aspirações. Em primeiro lugar, você precisa fazer uma relação dos seus hábitos prejudiciais e entre eles, escolher o que lhe parecer mais fácil de ser eliminado.

Em seguida, deve substituir esse hábito por outro, bastante positivo. Vamos a um exemplo: - Você costuma ir diariamente a um determinado lugar, cliente, loja ou boutique que não lhe traz qualquer benefício. Hoje mesmo, faça o propósito de eliminar esse hábito, baseando a substituição dos seus hábitos negativos por outros positivos. Dê a esse processo de substituição um ritmo lento, mas progressivo. 

A seguir, organize uma lista ou relação de coisas que você faz atualmente, mas que não lhe agradam, ou não lhe são simpáticas, e lute por substituí-las por outras mais proveitosas. 

O sucesso depende de muitas coisas. Comece melhorando e aperfeiçoando seus hábitos e sua rotina. Os grandes vitoriosos sempre praticaram ações positivas, treinamentos constantes e relacionamentos positivos. 

Existe uma frase que li quando ainda era menino, nunca esqueci:
“Para ser, haja como se fosse.” A sabedoria que existe nesta frase é algo de impressionante. Para ser um vitorioso, haja e pense como um vitorioso. Para ser um profissional de sucesso, haja e pense como tal. 

Quantas e quantas vezes encontramos pessoas reclamando da vida, dos clientes, do patrão e do seu fracasso na vida. Estas pessoas esquecem de que ninguem gosta de ficar ouvindo lamurias e choro. Saimos rapidamente da frente do chorão. Se você deseja o sucesso, troque seus hábitos negativos por atitudes positivas. Agindo assim, todos irão reconhece-lo como uma pessoa e um profissional positivo.

Sucesso atrai sucesso, tenha e proponha atitudes positivas. Desta forma o sucesso é uma questão de tempo. Pense nisso, seja positivo!

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