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Archive for September, 2008

Atitude em MMN

Quem trabalha com Marketing de Rede faz apenas duas coisas: vende os produtos ou serviços de alguma empresa e convida outras pessoas a fazerem parte do negócio. Resumindo, isso é um negócio de duplicação de vendas a varejo por um canal de distribuição direta.

 

E a grande promessa do Marketing de Rede é: “faça o que for necessário para conduzir seu negócio com sucesso e ficará rico além de suas expectativas mais otimistas, com todo o tempo disponível do mundo para gastar seu dinheiro”. Nenhum outro tipo de negócio lícito tem um potencial tão grande como esse.

 

Porém, muitos distribuidores de Marketing de Rede não ficam tempo suficiente no negócio para saber se seriam bem-sucedidos ou não. Esse artigo é para aqueles que acreditam no negócio e na empresa na qual trabalham e estão dispostos a colecionar uma enorme cota de “nãos”, necessária para se alcançar o sucesso.

 

A parábola que vou contar não é da minha autoria, peguei emprestada do meu melhor amigo, Jesus Cristo. Ele a usou como comparação do reino de Deus, mas se aplica perfeitamente ao nosso caso. Vamos relembrá-la?

 

“Eis que o semeador saiu a semear. E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves e comeram-na. Outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra profunda; mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram, e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra, e deu fruto; um a cem, outro a sessenta e outro a trinta”.Nós somos os semeadores, a semente é a empresa na qual trabalhamos, e a terra são as pessoas com as quais compartilhamos a oportunidade.

 

A semente que caiu ao pé do caminho é aquele que convidamos para uma reunião da empresa, ele comparece, gosta do que vê, mas não se decide no momento. No dia seguinte, você liga para saber da decisão e ouve: “Sá que qué, a prima da manicure da minha cunhada disse que esse negócio é uma fria; ela sabe de gente que perdeu muito dinheiro com isso. Mas, de qualquer forma, brigado pelo convite”.A semente que caiu em pedregais é aquele que assiste à apresentação e fica super entusiasmado: “Cara, vou ficar rico com esse negócio! Venho procurando algo assim há tempos”. Encomenda um pouco de produtos (quando é o caso), oferece para alguns parentes e amigos, e eles não compram. Daí ele pensa: “bem, talvez eu não precise vender, vou botar meus amigos no negócio, eles vendem e eu ganho as comissões”. Os amigos ouvem a proposta e perguntam: “É mesmo? Isso dá dinheiro? E quanto você já ganhou”? Um mês depois está fora do negócio.

 

A semente que caiu entre os espinhos é aquele que assina o cadastro, encomenda os produtos, mas nunca sai para trabalhar nem comparece aos treinamentos. Acorda às 10h, olha pela janela e pensa: “Não sei não, mas acho que vai cair um toró. Melhor ficar em casa e organizar meu estoque”. A empresa oferece um treinamento incrível, com os melhores, no domingo. Você liga para ele e ouve: “Quê? Cê ta louco?! No dia do jogo do meu Coringão? Tô fora”!

 

A semente que caiu em boa terra são aqueles que falam com pessoas sobre os produtos e a oportunidade todos os dias; vendem todos os dias; comparecem a todos os treinamentos importantes e ligam para você toda semana perguntando o que fazer para melhorar os resultados.

 

Uns apenas constroem uma base sólida de clientes, pois já são apaixonados pela carreira que têm, mas querem uma renda extra.Outros fazem isso, e também ensinam alguns amigos fazer o mesmo, e estão felizes, embora sem muitas pretensões.Outros se tornam empresários bem-sucedidos, proporcionando a você o que está escrito no segundo parágrafo.

 

A pergunta que você precisa responder é: DURANTE QUANTOS ANOS VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A SEMEAR?

 

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Acreditar e Agir

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.

Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

Então o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.

- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade: agir e acreditar.

E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?

E, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.

Depois de tomar todas essas precauções, siga em frente e boa viagem.

Nós da in*sidevox estamos navegando e precisamos da sua ação, pois desta maneira poderemos juntos vencer superando nossos obstáculos e chegar à outra margem do rio.

Esteja atento(a) às nossas ações e aja acreditando!

A mais elementar das verdades

A mais elementar das verdades conhecidas pelas pessoas bem sucedidas, é que a qualidade do seu resultado é diretamente proporcional ao número de vezes que você tenta. Quanto maior o número de tentativas, maiores as chances de obter sucesso. Parece algo mecânico e desprovido de inteligência, mas não é. Pode até parecer algo que uma pessoa tapada faria. Mas tentar é essencial ao sucesso. Qualquer sucesso.

 

A natureza opera da mesma forma. E a natureza pode ser tudo, menos tapada.

 

Tome a água como exemplo. Ela não desiste. Quando desce de uma montanha, usando a força gravitacional da Terra, ela não estanca enquanto não chegar ao rio, e eventualmente ao mar. Se é barrada por uma pedra, ou outro obstáculo, ela não aceita que tenha que parar. Ela tenta avançar. Ela se choca contra a barreira. Repete. Pára, por algum tempo, como se tivesse desistido, mas na verdade apenas acumula energia. E ela tenta outra vez. E novamente. Quando não consegue derrubar o obstáculo, a água usa a inteligência da natureza e muda de direção, muda o caminho, mas mantém a meta. O foco.

  Ela avança para a direita, ou para a esquerda, dando a volta no obstáculo. Ela até pode voltar para preencher uma parte do caminho do qual veio, se isso for necessário, dando um “passo” para trás, de forma a voltar com ainda mais força, para frente.   Se as laterais estiverem bloqueadas, ela não se desespera e desiste de tudo, como nós, os humanos “inteligentes”. Ela tenta passar por baixo. Se não houver meios de fazer isso, ela simplesmente espera enquanto seu volume e força aumentam, para que ela possa passar por cima do obstáculo. Ela tem foco. Ele não desiste nunca.   Nem mesmo uma única gota de água desistiu desde que a Terra surgiu. Porque ela usa a força da gravidade para cumprir sua meta, que é encontrar o mar.   E ela, embora tenha uma única meta, muda de estratégia todo o tempo. Se um caminho não funciona, a água simplesmente muda de direção. Se aquela direção está bloqueada, ela tenta passar pelos lados, por baixo, por cima. Ela responde aos obstáculos com novas tentativas, diferentes das anteriores.   Ela faz isso centenas de vezes, até obter sucesso. Mas não é apenas a água que opera com base nesse princípio. Todos os átomos, moléculas, planetas e galáxias funcionam da mesma forma. Exatamente da mesma forma.   A natureza não desiste nunca. E você é produto da natureza. Na verdade, mais de 60% do seu corpo é composto de… água! Você não precisa desistir. Você não foi feito para desistir.   Você é feito para agir exatamente como a água, os planetas e o cosmos. Quando você desiste, o faz baseando-se apenas nos limites ilusórios de sua própria mente.   Note, entretanto, que o universo não é tapado. Nem você deve ser. Existem momentos nos quais a água fica presa, represada, sem nenhuma escapatória. Você e eu também enfrentamos momentos assim, nos quais não há como passar adiante e vencer.    Nessas horas, a água deixa de tentar passar à força. Ela se transforma. Ela evapora. Deixa de ser água por algum tempo e cai na forma de chuva, em um lugar completamente diferente, começando tudo outra vez, mas em condições completamente novas.   Não desista nunca, mas saiba que haverá obstáculos que exigirão que você mude completamente, para lutar por seus sonhos em outro lugar, em outro momento.   Responder inteligentemente aos desafios é isso: Tentar. Tentar sempre. Sempre diferente. Diferente e com perseverança. Porque como disse J. Andrews, perseverança é falhar 19 vezes e ser bem sucedido na vigésima.  Caso queira fazer algum comentários e também enviar algum artigo, esteja à vontade, estamos abertos para novos aprendizados.

Rede elétrica levará internet a 98% das residências

por Márcio de Morais / Gazeta Mercantil

Banda larga por cabos de energia tem preços competitivos por não precisar de novas redes

Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos - por não requerer implantação de novas redes - a banda larga por cabos de energia ou PLC (Powerline Communication) pode assumir papel importante na universalização da internet no País, disse ontem à Gazeta Mercantil, o gerente de Engenharia de Espectro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marcos de Souza Oliveira.

As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1 a 16 megabits por segundo (Mbps) e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps. O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações.

Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar “choque” ao acessar o serviço pela tomada de luz. “Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz”, explicou. Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador, por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de serem certificados pela Anatel.

Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, tem interesse em tornar-se prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.