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Archive for October, 2009

Seleção Natural

Quando somos introduzidos neste mundo, somos agraciados com algumas dádivas preciosas. A vida é o nosso primeiro presente, o amor oferecido pelos nossos pais e a nossa família o segundo e, conforme vamos nos desenvolvendo, vamos recebendo muitos outros. Dentre todos, recebemos um, muito importante, que nos defronta com a nossa fragilidade humana: a natureza. Ela é abundante e pungente em nosso precioso planeta, que consideramos como nosso, mas que dividimos com muitos outros seres vivos. A natureza nos ensina o valor da vida e o que acontece quando não respeitamos os outros seres que coabitam o nosso ecossistema. Nos ensina que todos estamos interligados e dependemos uns dos outros para que o equilíbrio seja mantido e a harmonia seja possível. E a principal lição que aprendemos é que, entre as diferentes espécies, existe uma seleção natural onde os mais fortes e os mais capacitados sobrevivem e se reproduzem para que seja possível a continuidade da vida e a evolução das espécies.

Este ensinamento é muito importante quando pretendemos ser bem-sucedidos em nossa própria vida, pois não podemos relegar o nosso destino à ação de outras pessoas. Temos que aprender que somos os únicos responsáveis pelo nosso sucesso, precisamos nos tornar melhores do que normalmente somos, precisamos nos fortalecer e nos preparar para qualquer adversidade que se colocar a nossa frente.

A seleção natural existe e acontece todos os dias, em todos os lugares, de diversas formas e, acreditem, somente os melhores são beneficiados e agraciados com os principais prêmios. Ela está presente na luta pela vida, na busca por uma situação melhor, na procura por um emprego, na disputa por uma promoção e, inclusive, quando escolhemos um parceiro.

Aprendemos sobre a seleção natural desde pequenos, crescemos dentro de regras sociais estabelecidas segundo este critério, mas em vez de procurarmos maneiras de utilizar isto a nosso favor, nos tornando mais fortes, mais capacitados, procurando ser melhores a cada dia para desfrutar das melhores posições e dos melhores prêmios, nos resignamos à mediocridade. Criamos diversos mecanismos de defesa para justificar os nossos insucessos e o fato de outros receberem o que deveria ser nosso. As principais ferramentas deste arsenal são as desculpas. Utilizamos as desculpas como forma de justificar os nossos fracassos sem macular a nossa auto-estima. Só que não podemos esconder a verdade. Quem se desculpa muito e se prepara pouco não tem resultados satisfatórios e não é digno de destaque.

Ao recebermos a oportunidade de iniciar o nosso trabalho em uma empresa de marketing multinível, entendemos, logo no início, que para se ter sucesso é preciso realizar algumas atividades diárias como vender e recrutar. Sabemos que precisamos nos aprimorar, estar sempre evoluindo, aprendendo e, acima de tudo, ensinando aos outros como serem vencedores, mas como é possível ensinar algo que não se sabe? Como ensinar alguém a ser vencedor se não aprendemos?

É preciso ter a atitude de querer melhorar, desenvolver a vontade de fazer acontecer e, acima de tudo, gerar os resultados. A partir deste momento precioso e importantíssimo na nossa vida, quando decidimos fazer parte dos melhores, abandonando a mediocridade e afastando definitivamente as desculpas, é que conseguimos vislumbrar as inúmeras oportunidades e possibilidades. Os sonhos passam a ser possíveis, os prêmios passam a ser palpáveis, a nossa nova realidade passa a ser muito mais aprazível e envolvente.

A partir deste momento, desta decisão, nos colocamos em direção ao nosso destino e passamos a buscar outras pessoas com a mesma atitude. Não precisamos de muitas pessoas para que o nosso negócio se desenvolva de forma saudável e satisfatória, mas sim de pessoas realmente interessadas em fazer acontecer, de fazer a diferença.

Mas sendo as pessoas tão diferentes entre si, com uma percepção da realidade tão ambígua e comportamentos tão diversificados, como podemos selecionar e descobrir entre elas as que precisamos?

De onde menos se espera aparecerão às pessoas que farão a diferença para o nosso negócio e não cabe a nós adivinhar quem elas são por antecipação. Temos que colocar o maior número possível de pessoas em contato com o negócio, esperar a decisão destas pessoas, orientá-las nas atividades do dia-a-dia e aguardar o resultado deste trabalho. Os que tiverem uma vontade inexorável de buscar os resultados permanecerão.

Novamente, estamos utilizando a seleção natural. Precisamos observar quem possui a atitude e a determinação de realizar, quem busca os resultados e quem os obtêm.

Sabemos que os mais fortes, os mais capacitados, os mais determinados e os mais obstinados obterão o resultado mais desejado, o de empreendedor de sucesso. E é justamente este resultado que também almejamos.

O mais importante em nossa busca é que não devemos apontar culpados ou arranjar desculpas para os que desistirão no meio do caminho. Eles farão isto sozinhos. Devemos observar o que diferencia os que ficarão, pois são os que ficarão que vão nos proporcionar o sucesso que nós merecemos e justificar todo o trabalho que estamos fazendo.

Lidere pelo exemplo, faça acontecer e lembre que o sucesso não ocorre por acaso. É fruto de um trabalho bem feito.

Luiz Carlos Bueno dos Santos

Como surgiu o Dia da Criança


O Dia das Crianças no Brasil foi “inventado” por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de “criar” o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

O quarto carro, o PRIMEIRO lugar.


Atitude: Liderança

Uma e outra corrida

por João Henrique Ribeiro dos Santos

Em certa ocasião, numa corrida já bastante tradicional, quatro jovens
pilotos, amantes da velocidade e do risco, resolveram formar uma equipe
e disputá-la. Seriam quatro carros com chances absolutamente iguais de
vencer. Todos com a mesma eficiência técnica e rendimentos idênticos. A
única coisa a distinguí- los seria a forma com que cada um conduziria
seu veículo.

Começada a corrida, o primeiro piloto disparou na frente. Em seu
objetivo de vencer, ele acelerava cada vez mais, o que ia tornando cada
vez mais difícil manter o carro naquela pista sinuosa. A sua forma de
guiar, com arrancadas espetaculares e derrapagens em todas as curvas ia
produzindo um frisson nos espectadores e um desgaste prematuro e
excessivo dos pneus, até que completamente desgovernado, saiu da pista a
teve que abandonar a competição.

O segundo piloto, extremamente cauteloso e conservador, não admitia
correr qualquer espécie de risco. Dessa forma, fazia uso dos freios com
tal freqüência, que isto foi produzindo um sobre-aquecimento do sistema,
que começou a falhar. Com os freios em precárias condições, foi obrigado
a reduzir a marcha, e acabou sendo superado por todos os demais
competidores.

O terceiro piloto, preocupado com as ameaças que representavam seus
oponentes, controlava todos os seus movimentos pelo retrovisor. Ele
ficou de tal modo fixado no espelho, atento a tudo que se passava atrás
de si, que não percebendo uma curva à sua frente, saiu da pista e ficou
fora da corrida.

O quarto piloto, muito mais equilibrado que seus companheiros,
determinado a alcançar seus objetivos, ocupou-se logo de planejar uma
estratégia para a corrida. E desse modo, sempre que as condições da
pista permitiam, ele fazia uso do acelerador, e quando as condições lhe
eram adversas, ele usava os freios. Jamais se permitiu quebrar a
concentração a ponto de perder de vista seu objetivo ao consultar os
retrovisores.

De início, ele foi superado pelos seus concorrentes, mas aos poucos, sua
estratégia se mostrou acertada, e um a um ele foi superando seus
adversários e conquistando suas posições. Até que por fim venceu a
corrida. E de modo brilhante, sem apresentar cansaço excessivo ou
desgaste acentuado de seu equipamento.

Esta breve história ilustra muito bem a forma como as nossas
organizações estão sendo conduzidas.

Algumas, extremamente arrojadas em sua gestão lançam-se em busca de
resultados sem avaliar riscos e sem medir esforços. Produzem um enorme
desgaste em sua estrutura e raramente são bem sucedidas.

Outras, extremamente cautelosas, freqüentemente são surpreendidas pela
competitividade do mercado, sendo invariavelmente superadas pela
concorrência.

Outras ainda, sem uma clara visão de onde pretendem chegar, orientam- se
apenas por números de exercícios anteriores ou pelos movimentos da
concorrência. Estão literalmente fixadas no retrovisor e geralmente
tomam a direção errada.

Há, porem, aquelas que estabelecem suas estratégias tendo em vista seus
objetivos, que avaliam constantemente as condições do mercado. Elas são
arrojadas ou conservadoras conforme a ocasião. Empresas que sabem onde
querem chegar. Que percebem as oportunidades e monitoram as ameaças.

Essas normalmente são as vitoriosas.

João Henrique Ribeiro dos Santos é Administrador de empresas, pós-
graduado em Consultoria Empresarial com ênfase em RH.