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A diferença entre o e-mail marketing e o spam

Seria simplista colocar no mesmo plano o spam e o e-mail marketing honesto, só porque o mundo está cheio de propaganda invasiva e irresponsável no inbox, na TV e nas ruas. E tente se descadastrar de um telemarketing… 

A prática de envio de e-mail marketing é muitas vezes confundida com o envio indiscriminado de propaganda invasiva e até ilegal. Vamos discutir aqui o assunto, questões filosóficas, existencialistas ou fanáticas à parte.  

O e-mail marketing, antes de tudo, é uma forma de entregar informação. Ser a favor ou contra o e-mail marketing em si é como ser a favor ou contra o jornal, o rádio, a televisão, o cinema, o outdoor, o folder ou a própria internet. 

Portanto, não é o caso de reprovar qualquer e-mail marketing, mas sim discutir razões técnicas para usar ou não este recurso de vendas e relacionamento. E quando usar, fazê-lo com responsabilidade e inteligência. Uma faca pode ser usada para passar manteiga no pão ou ferir o próximo por qualquer razão torpe ou fútil. 

O e-mail marketing não é spam quando e porque o cliente o recebe voluntariamente (opt-in). E quando o cliente desejar não mais receber, pode facilmente usar a ferramenta de descadastro (opt-out), prática realizada por todas as empresas sérias e com credibilidade.  

Sim, há quem compre mailling de origem duvidosa e lote caixas e mais caixas de correspondência eletrônica com conteúdo indesejado e ainda faz a ferramenta de descadastro ser tão impossível quanto enfiar uma girafa numa caixa de correio. Quem nunca foi vítima desta prática desonesta?  

Contudo isso não é e-mail marketing, é spam. A prática predadora e irresponsável de muitos não nos permite ser simplistas demais e reduzir profissionais qualificados ao mesmo balaio burro e nocivo, porque aí sim o resultado será inexistente ou avesso à intenção inicial.  

Ainda sobre a questão do opt-out, o e-mail marketing está léguas à frente de outras mídias. É muito difícil o cliente conseguir se descadastrar de telemarketing, mala direta ou mesmo evitar abordagens no meio da rua ou centros comerciais para divulgar cursos, perfumes e badulaques diversos. Existem comerciais absurdos na TV paga (e quando o volume aumenta sozinho?) e até mesmo no pay-per-view, entre outras práticas publicitárias realmente invasivas. 

Diretores de arte e criação e designers estão atentos às questões que tornam um e-mail marketing mais eficiente. É uma mídia objetiva e inteligente, limpa e correta, que não derruba árvores, não usa papel e não polui as ruas (para jogar fora basta um delete). O público pediu e recebe informações sobre algo no mínimo semelhante ao que já procurou.  

É também fácil de medir e mostrar resultados em um curto espaço de tempo. 

Há também uma série de questões técnicas a serem consideradas. A principal delas é a relevância. Os profissionais, ao contrário dos amadores e aventureiros, já perceberam que não se trata de pegar um folder ou revista digitalizados e enviar por e-mail. Para obter resultados de verdade sem ser predador é importante tornar o e-mail marketing realmente interessante para as necessidades dos clientes. 

Existe uma ciência. Existe uma forma de dirigir o olhar do usuário e trabalhar suas sensações através de conceitos como semiótica, sintaxe de linguagem visual, arquitetura da informação, usabilidade, design de interface, psicodinâmica das cores e planejamento (conceito, estratégia e periodicidade adequada). Técnicas e cuidados são de importância fundamental para separar a mídia inteligente do mero lixo eletrônico. 

É importante tornar o e-mail marketing um verdadeiro pool de produtos, promoções e serviços que estabeleça, crie e mantenha a relação da loja virtual com o cliente, fidelizando-o simplesmente por colher plena satisfação com o que está sendo oferecido, trazendo para as lojas virtuais mais do que resultado financeiro imediato, mas também valor agregado às marcas. 

Para maior clareza, podemos fazer uma analogia a partir de um exemplo cotidiano e banal sobre a diferença entre enviar ou não enviar spam. 

Quando os automóveis param nos semáforos das grandes cidades, os motoristas são abordados com um sem-número de práticas nem sempre desejadas que visam vendas. Quando a mocinha educada com um folder na mão nos oferece a sua propaganda, temos a oportunidade de aceitá-la ou não, sem constrangimento. Seja por julgar a informação interessante ou por contribuir com o trabalho dela.  

Contudo, vendedores de rua praticam spam quando penduram saquinhos de balas nos nossos retrovisores ou rapazes com água e sabão de quinta dentro de uma garrafa de refrigerante e um rodinho de pia “limpam” nossos vidros dianteiros sem autorização, sem que tenhamos sequer a chance de dizer que não queremos.  

É esta a prática que nós, profissionais do marketing e publicidade online, não devemos realizar. Para o nosso bem e para o bem daqueles para os quais prestamos serviço.  

[Fonte: Webinsider]

Para incentivar consumo consciente, governo cria plano de Educação Financeira

FINALMENTE! É um ótimo começo…
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SÃO PAULO - Foi aprovada neste mês pelo Coremec (Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização) a criação de um grupo de trabalho que terá a finalidade de desenvolver e propor uma Estratégia Nacional de Educação Financeira.

O prazo para desenvolvimento e proposta da estratégia é de 12 meses, a contar de sua instalação. A iniciativa será coordenada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Objetivos

Entre os objetivos da Estratégia Nacional de Educação Financeira, estão a promoção e o fomento da cultura de educação financeira no país. Além disso, a proposta pretende ampliar o nível de compreensão do cidadão, para efetuar escolhas conscientes relativas ao consumo e à administração de seus recursos, e contribuir para a eficiência e solidez dos mercados financeiro, de capitais, seguros, previdência e de capitalização.

O grupo de trabalho conta com participantes de diversas entidades, como o Banco Central e a própria CVM, além de apoio de órgãos como o MEC (Ministério da Educação). Cada um dos componentes do grupo está responsável pelo desenvolvimento de estratégias de educação financeira para um setor e público diferente.

Preparando para o futuro

Uma das estratégias em estudo pela CVM para elaboração de proposta de educação financeira é a ação em escolas da rede pública de ensino. Segundo a assessoria de imprensa da CVM, a pauta já tem sido discutida com o MEC, por meio de um grupo de apoio pedagógico.

O objetivo é levar a educação financeira para crianças e adolescentes, dando a elas, desde cedo, a noção da importância de se preocuparem com o futuro, poupando aquilo que ganham.

A CVM garante que não haverá, por exemplo, a criação de novas disciplinas. O ensino deverá ser transversal, e, para isso, estão sendo estudadas estruturas de ensino para que os professores de todas matérias possam abordar tópicos de finanças em suas matérias, ainda que indiretamente.

A partir daí, segundo a CVM, a idéia é que seja desenvolvida uma linha de ensino que possa ser utilizada para diferentes faixas etárias, estendento o programa para todas as escolas.

Inventário de ações

Outra proposta em discussão é a criação de um site, previsto para agosto, contendo um inventário de ações de educação financeira. A CVM pretende que, com a criação dessa página, qualquer pessoa responsável por alguma iniciativa de educação (ONGs, escolas, associações de bairros) possa cadastrar sua idéia no site.

O grupo de trabalho idealiza uma estratégia perene para educação financeira, que não precisa necessariamente reinventar ações, e sim, aproveitar programas já existentes que dão resultados.

Tanto o projeto com o MEC quanto o inventário virtual de ações de educação fazem parte do capítulo de sugestões desenvolvido pela CVM. As idéias elaboradas devem ser entregues até julho de 2009. A implementação de todos os programas está sujeita à análise do Coremec para aprovação.

Fonte: Infomoney

Franquia ou negócio próprio: como escolher?

Decisão depende exclusivamente do seu perfil e ambições enquanto empresário; franquia garante mais apoio, mas limita atuação individual e retorno O brasileiro é um dos mais empreendedores do mundo. Mas, ainda que haja motivação para abrir um negócio próprio, muitas vezes o empreendedor não conta com toda a capacitação profissional necessária para garantir o sucesso do empreendimento.Se você decidiu que quer abrir um negócio, mas está inseguro quanto a muitas questões, tem dois caminhos a percorrer: abrir um negócio próprio ou uma franquia. Esta decisão vai depender exclusivamente do seu perfil e de suas ambições como empresário. 

Qual seu perfil e objetivo?

  Se você é do tipo ousado, que gosta de fazer mudanças e não pretende dar satisfações sobre o desempenho do negócio, as franquias não são aconselháveis. No negócio próprio, ainda que você corra mais riscos, goza de mais autonomia. Entretanto, como não precisa se limitar às regras impostas pela empresa franqueadora, tem mais espaço para alavancar o negócio, ou seja, pode acabar ganhando mais. E, como não existe retorno sem risco, se os ganhos podem ser maiores no negócio próprio, não se pode ignorar o fato de que os riscos também o são, sobretudo, para quem não conta com muitos recursos e não tem como esperar muito tempo para que a empresa comece a dar resultados. Por outro lado, se acredita que já está correndo risco suficiente ao se transformar em empresário, e não se sente completamente preparado para a empreitada, comprar uma unidade franqueada pode ser a melhor alternativa para você realizar seu sonho de se tornar empresário. 

Menos risco e liberdade de ação.

  A maior vantagem da franquia reside no fato de que você pode contar com o apoio e treinamento do proprietário, reduzindo assim os riscos relacionados à abertura do negócio. Já existe um planejamento prévio sobre as despesas iniciais, os gastos com obras e divulgação da marca. É a empresa franqueadora que também realiza uma pesquisa de mercado, para avaliar se o negócio é viável em determinado local. Itens como localização, público potencial, concorrências e perspectivas futuras para a região também são avaliadas. Como em geral as redes de franquia centralizam as compras, os volumes são maiores, o que aumenta o poder de barganha com os fornecedores, ficando mais fácil obter descontos ou estender os prazos de pagamento. Outra vantagem refere-se aos gastos com divulgação, que acabam sendo centralizados, reduzindo as despesas por franqueado, isto sem falar que, em geral, estamos falando de marca e produtos mais conhecidos e, por isto mesmo, de maior penetração de mercado. Diante de tantas vantagens, a decisão parece fácil? Mas, não é bem assim. Não podemos esquecer de duas coisas. A primeira é que o fato do negócio já existir e estar padronizado nas várias unidades franqueadas limita o espaço para mudanças no modelo de negócios. Investimento inicial é maior. Mas este não é o único obstáculo. Nas franquias o investimento inicial é maior e as razões para isso são várias. A primeira delas é que a infra-estrutura do negócio é pré-definida, e deve seguir certos padrões. Em geral, o lançamento de uma nova unidade franqueada é alvo de publicidade, o que também exige investimentos. Já no negócio próprio é você quem decide o quanto vai investir em infra-estrutura, que tipo de máquinas irá comprar, qual a pintura de parede, o painel luminoso, etc, podendo, se preciso, adiar alguns investimentos menos prioritários. O mesmo vale para os gastos com publicidade. Como a sua marca certamente não é conhecida, em geral, espera-se um pouco mais antes de efetuar qualquer campanha publicitária significativa. Já na franquia como a marca é conhecida, não existe este tipo de restrição. Em termos de estrutura de gastos mensais, também não se pode esquecer que, nas franquias, como a marca não lhe pertence, é preciso pagar uma taxa mensal sobre o faturamento a título de royalties, ou direito de exploração da marca. Como era de se esperar, quanto mais conhecida for a marca, maior é esta taxa e mais comprometida fica a margem do franqueado. Além disso, existe necessidade constante de investimento em propaganda e publicidade, o que é feito através do direcionamento de uma parcela fixa do faturamento da unidade franqueada. Portanto, além de menos liberdade de gestão para decidir estratégia, você também enfrenta uma situação em que uma parte, muitas vezes significativa, do seu faturamento, está comprometida. Atenção na negociação do contrato Como o retorno do seu negócio está diretamente relacionado com a sua estrutura de custos, é recomendável que você verifique como ela funciona na franquia em que está interessado. Abaixo listamos algumas das precauções a serem tomadas neste sentido:

  • Investimento: Verifique quanto você irá gastar para montar o negócio. Inclua nos cálculos a taxa de franquia cobrada, o treinamento, a montagem e padronização da loja, o estoque e o capital de giro.
  • Concorrência: Quais são os concorrentes da marca? O preço cobrado pelo franqueador é semelhante ao dos demais concorrentes? Questione quais as vantagens da marca oferecida pelo franqueador.
  • Royalties: Como será feita a cobrança dos royalties? Eles estão embutidos nos produtos e nas compras? Cuidado, porque se estes produtos ficarem parados no estoque, você terá que pagar por um produto que ainda não vendeu.
  • Publicidade: A cobrança é rateada proporcionalmente entre os demais? Quais são os meios de divulgação do produto? Lembre-se que nem sempre aquilo que você investe em publicidade retorna como vendas obtidas.

Com relação ao retorno do negócio, é importante lembrar que o franqueado precisa reportar, ao franqueador, o desempenho da loja durante o ano. Se o franqueador achar que o franqueado é um mal administrador, ele pode pedir o cancelamento do contrato de concessão. Portanto, é fundamental que você tenha em mente quais as expectativas do franqueador neste sentido.

 Também é importante verificar o que ocorre, caso você desista do negócio. Muitas vezes não é dado direito ao reembolso do capital investido e, mesmo que haja alguém interessado na compra do seu negócio, é preciso antes ter autorização da empresa franqueadora.  Clique aqui e saiba como ter sua franquia voip Insidevox

Franquia VoIP Insidevox - Ligacoes telefonicas gratuitas

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Você pensa de forma organizada?

      Vigiar os pensamentos pode te ajudar em diversas situações

      Andar, pensar, cruzar os braços são manifestações humanas que nos parecem absolutamente naturais. Entretanto elas são fruto de um aprendizado inconsciente já reparou como algumas crianças andam igualzinho ao seu pai ou mãe?

      Algumas pessoas adquiriram um jeito de andar que geram problemas de postura. Da mesma forma, algumas pessoas possuem um jeito de pensar que pode não ser o mais eficaz na tomada de decisões ou na geração de idéias. Exemplos? Você já participou de processos decisórios no qual alguém está usando sua criatividade e sua capacidade de articular para fazer valer o seu ponto de vista em vez de considerar outras alternativas? E já participou de debates infindáveis sobre a causa de um problema que claramente tem várias causas? O Prof. Edward de Bono, considerado um dos maiores especialistas mundiais no Uso Produtivo do Pensamento, costuma comparar a nossa inteligência a um automóvel - ou seja, um instrumento, um potencial a ser trabalhado. Por outro lado, nosso pensamento equivale à forma como conduzimos este automóvel, portanto a uma habilidade. Isto significa que pessoas altamente inteligentes são capazes de cometer “barbeiragens mentais”, isto é, usar sua inteligência para argumentar, provar que não vai dar certo (em vez de enfrentar um desafio) ou podar idéias. Reflita sobre esta história; “Imagine uma jovem no dia de seu casamento. Ela deveria ter acordado sentindo-se feliz, romântica e cheia de sonhos. Entretanto, nossa heroína acorda com uma forte impressão de que está em vias de fazer uma grande besteira. Uma voz interna clama “não quero mais”. E agora? Como nossa heroína vai decidir este impasse?”

      Há várias formas de ela conduzir o seu pensamento, e as mais evidentes seriam: Se ela pensar nas consequências a curto prazo ou no ponto de vista dos outros, ela se casará.

      Se ela pensar nas consequências a longo prazo ou se confrontar seu casamento com seus objetivos, talvez não se case.

      Talvez seus objetivos devam ser avaliados em função de suas prioridades. Se pensar em alternativas, pode resolver se casar mais tarde ou negociar com seu noivo as questões que a preocupam.

      Se ela pensar nos fatores que fizeram com que ela acordasse insegura, pode chegar a conclusão de que seu receio é muito natural, tendo em vista o passo que ela está dando.
      
      No que essa noivinha pode nos ajudar? Pense em alguma decisão que você já tomou…Que direcionamento deu ao seu pensamento? Você pode inclusive ter apenas reagido à situação, sem ter dado nenhum direcionamento específico. Imagine qual teria sido a sua decisão caso tivesse conscientemente ordenado o seu pensamento (ex. Vou primeiro pensar nos fatores, depois nas consequências, etc).

      Experimente agora uma situação sobre a qual ainda não decidiu. Crie um roteiro para o seu pensamento. Siga este roteiro.

      Ajudou? Pense nisso.

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