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Rede elétrica levará internet a 98% das residências

por Márcio de Morais / Gazeta Mercantil

Banda larga por cabos de energia tem preços competitivos por não precisar de novas redes

Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos - por não requerer implantação de novas redes - a banda larga por cabos de energia ou PLC (Powerline Communication) pode assumir papel importante na universalização da internet no País, disse ontem à Gazeta Mercantil, o gerente de Engenharia de Espectro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marcos de Souza Oliveira.

As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1 a 16 megabits por segundo (Mbps) e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps. O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações.

Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar “choque” ao acessar o serviço pela tomada de luz. “Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz”, explicou. Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador, por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de serem certificados pela Anatel.

Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, tem interesse em tornar-se prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.

POR QUE A MAIORIA DAS PESSOAS TRABALHA PARA OS OUTROS?

Poucas pessoas têm a capacidade de mandar em si mesmo. E menos ainda conseguem comandar a si mesmas para fazer o que é certo.

   A maioria das pessoas, na maior parte do tempo, precisa que alguém lhe diga o que fazer. Desde que nascemos há quem nos diga o que vestir o que comer, a que religião pertencer, de que tipo de pessoa gostar, que carreira seguir, etc. Você quer saber o porquê disso? 

 A razão está na maneira como a mente trabalha. Sua mente é uma fonte inesgotável de energia. Quanta energia exatamente? Einstein, por exemplo, descobriu que com a divisão de um átomo você pode gerar energia suficiente para abastecer uma cidade inteira. Isso com apenas um átomo! 

 Da mesma forma, sua mente pode ter poder ilimitado. Mas ela não foi criada para funcionar no piloto automático. Ela somente faz o que lhe é mandado. Em outras palavras, sua mente precisa de um chefe. Energia é inútil a menos que possa ser controlada e utilizada.

  Um exemplo atual é como muitos países não querem que o Irã desenvolva energia nuclear porque temem que ela possa ser usada para a criação de armas nucleares. Quer dizer, energia nuclear pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal, depende de quem a controla e utiliza.   Sua mente também é cheia de energia, Se você não usar este poder, ele será inútil para você, ou pior - outra pessoa vai usa-lo para servir a seus objetivos pessoais. Se você não é o chefe de sua mente, alguém será. Este fenômeno explica por que a maioria das pessoas trabalha para os outros, ou seja, elas fazem de si mesmos empregados assalariados. Em vez de trabalharem para si mesmas e ganharem seu próprio dinheiro, eles trabalham para os outros por um salário fixo. Por quê? Porque exigem menos de suas mentes. 

 Quando você trabalha para alguém, não precisa dizer a si mesmo o que fazer. O dono da companhia, os gerentes e supervisores farão isso. Assim que você começar no trabalho, eles lhe darão instruções sobre suas tarefas. Tudo o que você tem a fazer é segui-las e receber sua salário no fim do mês. Simples! 

 Mas trabalhar para você mesmo significa que não terá chefe algum. Você será seu próprio chefe. Dirá a si mesmo o que fazer e não apenas isso, dirá aos seus funcionários também, já que eles precisam de sua direção todos os dias!   Fácil? Não. Sem dúvida esta é a razão pela quais muitas pessoas que sonham ter seu próprio negócio desistem rapidamente. Elas percebem que é um trabalho duro. Se você quiser melhorar sua qualidade de vida, comece a dizer a si mesmo o que fazer, ou seja, seja chefe de si mesmo. Se você der à sua mente uma tarefa e for sério o bastante para que ela saiba que a ordem tem que ser cumprida, ela encontrará uma maneira de executa-la. E você verá o quão poderosa nossa mente é. 

 Mas se você enviar à sua mente mensagens como “isso não tem como ser feito”, “é impossível”, ela simplesmente vai obedecer e parar de procurar uma solução.   De quem sua mente está recebendo ordens?   VOCÊ PODE E DEVE SER O CHEFE DA SUA MENTE.USE O PODER DA SUA MENTE PARA RESOLVER TODOS OS SEUS PROBLEMAS APRENDA COMO MELHORAR O SEU PODER DE RACIOCÍNIO, LÓGICA E CRIATIVIDADE 

Treinamento de Marketing Multinível

Treinamento prático para iniciantes construir sua organização de marketing de rede de forma sólida

O seu negócio de marketing multinível constrói-se solidamente através de 3 pilares:

Conhecimento: de marketing multinível e de todos os aspectos dos negócios de sua companhia.

Habilidades: para aprender e seguir orientações baseadas num sistema de comprovado sucesso e duplicar para sua rede.

Atitude: ética e profissional de fazer as mudanças necessárias de comportamento e postura para liderar. Comprometer-se em ajudar outras pessoas.

Vença as Primeiras Armadilhas

Digamos que agora depois destes treinamentos todos, você elaborou com todo o cuidado a sua lista quente e pega o telefone para começar a ligar. De repente, você fica paralisado e diz para si mesmo, “Não sei o que dizer, preciso de um roteiro” . Liga para seu patrocinador que vai orientá-lo exaustivamente e ainda você consulta os módulos de treinamentos, ensaia seu roteiro com seu patrocinador e só muitos dias depois você pega no telefone novamente. Está discando para o primeiro da lista quando subitamente pára e pensa, “E se ele disser não? Vou precisar saber como enfrentar as objeções” E novamente apela para seu patrocinador e ele lhe dá todos os argumentos básicos para as objeções mais comuns. Você anota todos eles cuidadosamente e espalha-os à sua frente, de tal forma que possa usar em diferentes combinações. Pega o telefone, e uma vozinha interior grita: “Espera aí! Mas se o meu candidato insistir em querer saber mais sobre os produtos, acho melhor perguntar para meu patrocinador…

ARMADILHA 1: COMEÇAR, O PRIMEIRO GRANDE OBSTÁCULO

“Nada jamais será tentado se todas as objeções tiverem primeiro que ser vencidas”. O maior de todos os obstáculos de um novo distribuidor é começar. A procrastinação paralisa muitos recrutas antes de fazerem a primeira ligação telefônica. O desânimo dizima os que finalmente transpõem a barreira. Antes de concluir seu primeiro ano, até 90% dos novos distribuidores simplesmente entregam os pontos.

Pessoas que desistiram trinta dias depois de terem começado me disseram: “Sinto muito, dei tudo o que podia”. Na verdade eles nem aprenderam a contestar as objeções. Cheguei num ponto que se a pessoa não assumir um compromisso de pelo menos um ano, estava recusando a admití-la.

Por que tantos aspirantes a profissionais de marketing multinível desistem antes mesmo de começarem apropriadamente? Na maioria dos casos é porque sucumbiram a uma ou mais das armadilhas para um novo distribuidor — uma colcha de retalhos de interpretações errôneas, desperdício de tempo e estratégias infalíveis equivocadas que cortam pela raíz o mais promissor negócio do mundo.

ARMADILHA 2: TOMANDO A REJEIÇÃO COMO UM QUESTÃO PESSOAL

Quando você começar a convidar as pessoas para virem conhecer a sua oportunidade você começará a ter as suas primeiras decepções, alguns simplesmente recusarão, muitos te dirão que querem conhecer mas não comparecerão. Daquelas que vierem para conhecer e você propor-lhes a oportunidade muitas delas dirão que “vão pensar” e não mais lhe retornarão e outros que nunca se decidirão a começar. Os novatos não raro tomam essas rejeições como algo pessoal. Culpam imediatamente a si mesmos ou a apresentação do negócio. Mas o profissional de marketing multinível experiente sabe que o problema está no convidado que na maioria das vezes não quer sair se sua zona de conforto ou que se interessou mas não está no momento certo e que não passa geralmente de uma questão de tempo para entrar no negócio, por isso é muito importante o acompanhamento. Minha vivência dos problemas de marketing multinível tem demonstrado que se as pessoas atravessam um momento certo em suas vidas acabarão se envolvendo com este negócio, não importa tanto como ele tenha sido apresentado. Mas se, ao contrário, não for a hora propícia, por mais brilhante, hábil e articulado que o apresentador seja, eles não se cadastrarão. A estatística mostra que uma média de 20% dos apresentados aos negócios resolvem aderir de primeira. Por isso aprenda desde cedo a tirar de letra a rejeição e simplesmente partir para o próximo candidato.

ARMADILHA 3: UMA ATITUDE DISPLICENTE

Muitos distribuidores fracassam porque tratam seus negócios como atividades secundárias ou bicos. Dedicam-se superficialmente ao trabalho em vez de considerá-lo um compromisso sério. Isto não significa que você precisa dedicar-se integralmente, a maioria começa trabalhando parcialmente. O importante é a maneira que você encara este trabalho. Para tornar o seu negócio grande é preciso pensar grande — desde o primeiro dia. Isso significa implementar um plano de ação baseado nos sistemas e estratégias ensinados, e estabelecer um método de operação diário de contactar novas pessoas, semanal de apresentar a oportunidade e mensal de treinar seus distribuidores numa proporção adequada aos seus objetivos e não abrir mão deles.

ARMADILHA 4: REINVENTANDO A RODA

Há quatro coisas que as pessoas precisam saber para levar o negócio a bom termo — a primeira é saber como convidar, a segunda como apresentar, a terceira como patrocinar e a quarta como treinar as pessoas que trouxe para o negócio. No fundo marketing multinível é um processo muito simples. Quanto mais simples você o mantiver, mais perto você estará de seu objetivo. Não obstante, os distribuidores inexperientes em vez de seguirem os procedimentos testados e consagrados ensinados por seus patrocinadores, perdem tempo e energia preciosos tentando reinventar a roda. Ao invés de por exemplo fazerem a sua lista quente como os nomes de TODAS as pessoas que conhece, elaborar um plano de ação para atingir as metas bem claras e definidas, e pedir orientação de seu ascendente que já tem experiência e resultados comprovados frequentemente os novatos acham que é mais fácil tentar à sua maneira falando apenas com um punhado de pessoas que pre-julga dirão “sim” e ficam desapontados ao descobrirem que marketing multinível exige trabalho árduo . E acham que devem existir macetes — uma procura obsessiva de atalhos e espertezas com que esperam minimizar o seu trabalho e maximizar suas comissões. Esses esquemas nunca dão certo. A mania de macetes leva inexoravelmente à decepção e ao fracasso.

ARMADILHA 5: DANDO OUVIDOS AOS LADRÕES DE SONHOS

É muito comum, os novatos de marketing multinível chegarem entusiasmados em casa e comentarem com seus parentes mais próximos sobre a grande oportunidade que acabaram de conhecer. E você vai receber uma ducha fria das pessoas que você acreditava serem as pessoas que mais confiam em você. Elas lhe dirão mil motivos porque este negócio não é para você. Dirão que você é muito novo ou muito velho, que você é muito instruído ou pouco instruído para este negócio, que você é muito alto ou muito baixo, que você é muito gordo ou muito magro, enfim que este tipo de negócio não dá certo (sem nunca terem experimentado), que estas empresas são fraudulentas (sem nenhuma base fundamentada).
Você nunca deve discutir nosso ramo com outras pessoas mesmo que se sinta plenamente informado. Se o fizer, poderá sucumbir aos “ladrões de sonhos”. Eles podem ser além de parentes próximos, colegas de profissão, ou praticamente qualquer pessoa que você conheça e respeite, que tente impor-lhe sua visão deformada sobre marketing multinível. De acordo com profissionais de marketing multinível experientes, esta é a causa número um de desistência antes mesmo de começar. A menos que você queira tornar-se um desses estatísticos, tem que ignorar os ladrões de sonhos e dar ao seu negócio a chance de se provar.

Não deixe de se apoiar nos sistemas e estratégias ensinados e empenhe-se ao máximo. A atitude no marketing multinível requer que você teste sua resistência diariamente. Não invente desculpas. Não adie decisões. Nunca desperdice um dia improdutivamente. E o sistema se encarregará de levá-lo diretamente ao seus objetivos.

3G: um novo paradigma na oferta de banda larga no Brasil

       :: Por Marco Aurélio Rodrigues*

Uma nova fase na telefonia móvel está prestes a começar no Brasil. A chegada
definitiva da terceira geração, a 3G, colocará o país em um novo estágio de
infraestrutura tecnológica que levará o consumidor brasileiro e a sociedade
em geral a experimentar uma importante mudança de comportamento no que se
refere ao acesso em banda larga.

A 3G está sendo percebida no mundo inteiro como plataforma de banda larga
móvel, e no Brasil não será diferente. A vocação das tecnologias 3G para
serviços de dados é refletida no número de dispositivos comercialmente
disponíveis hoje. Segundo a GSA, cerca de 50% dos dispositivos WCDMA/HSPA
são voltados para conectividade: placas, modems, laptops com módulos
embutidos e roteadores somam 200 modelos.

A adoção da 3G no mundo é surpreendente. Analistas estimam um crescimento
médio de assinantes no mundo de 44% nos próximos 7 anos, atingindo 1,3
bilhão de usuários 3G WCDMA em 2012.

Atualmente há apenas 7 milhões de usuários de banda larga no país, e destes,
mais de 70% têm acessos a velocidades inferiores a 1 Mbps. Os 115 milhões de
usuários brasileiros de telefonia celular terão brevemente à sua disposição
redes de banda larga 3G.

Dois fatores principais farão com que o cenário da banda larga no Brasil
sofra uma importante transformação: competição e cobertura.

A competição na banda larga 3G beneficiará o consumidor tanto em preço como
em qualidade dos serviços. A competição tem sido a principal alavanca para o
desenvolvimento da telefonia móvel no Brasil, e agora alcançará os serviços
de banda larga.

Será através da competição que os preços da banda larga 3G  - hoje já
equivalentes aos da banda larga convencional - cairão ainda mais. Ela ainda
proporcionará ao consumidor uma crescente oferta de dispositivos de acesso à
Internet. A preocupação com a atualização tecnológica das redes garantirá
qualidade cada vez melhor dos serviços.

A cobertura é fator preponderante para a universalização dos serviços.  O
modelo escolhido pela agência reguladora para a implementação da 3G no
Brasil garante cobertura para mais de 90% da população brasileira, já que as
operadoras terão de investir em redes de banda larga em todas as suas áreas
de atuação.

Ao fim de 8 anos, cerca de 3.600 municípios terão redes 3G, sendo que este
investimento será feito totalmente pela iniciativa privada, sem recursos
públicos, e por empresas especializadas em prestação de serviços de
comunicação. Esta grande infraestrutura que será estendida no Brasil pode
ser utilizada para atender aos programas de inclusão digital e de
conectividade do governo.

A disponibilidade da banda larga em todas as regiões é uma grande
oportunidade para conectar escolas, hospitais e outros órgãos do serviço
público sem a necessidade de altos investimentos do governo. Além disto, a
cobertura celular permitirá que muitos brasileiros tenham seu primeiro
acesso à Internet por meio do telefone celular, assim como ocorre em muitos
países.

Ao invés de ser “coisa para rico” a 3G irá democratizar a telefonia celular
e o acesso à banda larga no Brasil. O consumidor brasileiro irá aderir à
nova tecnologia de forma gradual no início, porém, cada vez mais rapidamente
à medida que as redes se espalhem pelo país e ele se aperceba que pode
trocar seu telefone de geração anterior por outro de tecnologia atual.

Uma indicação de que o ritmo de adoção deverá ser rápido está no índice de
troca de telefones celulares no Brasil. Segundo informações da indústria, em
2007 foram vendidos cerca de 43 milhões de aparelhos no país, sendo apenas
18 milhões para novos assinantes.

Estes dados indicam que algo como 25 milhões de celulares foram vendidos
para pessoas que simplesmente quiseram trocar seus aparelhos - na maior
parte das vezes por um modelo melhor e mais moderno.

A 3G está trazendo um novo paradigma para as comunicações no Brasil em que a
banda larga, um dos motores para o crescimento do país, estará finalmente ao
alcance de milhões de brasileiros.

*Marco Aurélio Rodrigues é presidente da QUALCOMM no Brasil

A diferença entre o e-mail marketing e o spam

Seria simplista colocar no mesmo plano o spam e o e-mail marketing honesto, só porque o mundo está cheio de propaganda invasiva e irresponsável no inbox, na TV e nas ruas. E tente se descadastrar de um telemarketing… 

A prática de envio de e-mail marketing é muitas vezes confundida com o envio indiscriminado de propaganda invasiva e até ilegal. Vamos discutir aqui o assunto, questões filosóficas, existencialistas ou fanáticas à parte.  

O e-mail marketing, antes de tudo, é uma forma de entregar informação. Ser a favor ou contra o e-mail marketing em si é como ser a favor ou contra o jornal, o rádio, a televisão, o cinema, o outdoor, o folder ou a própria internet. 

Portanto, não é o caso de reprovar qualquer e-mail marketing, mas sim discutir razões técnicas para usar ou não este recurso de vendas e relacionamento. E quando usar, fazê-lo com responsabilidade e inteligência. Uma faca pode ser usada para passar manteiga no pão ou ferir o próximo por qualquer razão torpe ou fútil. 

O e-mail marketing não é spam quando e porque o cliente o recebe voluntariamente (opt-in). E quando o cliente desejar não mais receber, pode facilmente usar a ferramenta de descadastro (opt-out), prática realizada por todas as empresas sérias e com credibilidade.  

Sim, há quem compre mailling de origem duvidosa e lote caixas e mais caixas de correspondência eletrônica com conteúdo indesejado e ainda faz a ferramenta de descadastro ser tão impossível quanto enfiar uma girafa numa caixa de correio. Quem nunca foi vítima desta prática desonesta?  

Contudo isso não é e-mail marketing, é spam. A prática predadora e irresponsável de muitos não nos permite ser simplistas demais e reduzir profissionais qualificados ao mesmo balaio burro e nocivo, porque aí sim o resultado será inexistente ou avesso à intenção inicial.  

Ainda sobre a questão do opt-out, o e-mail marketing está léguas à frente de outras mídias. É muito difícil o cliente conseguir se descadastrar de telemarketing, mala direta ou mesmo evitar abordagens no meio da rua ou centros comerciais para divulgar cursos, perfumes e badulaques diversos. Existem comerciais absurdos na TV paga (e quando o volume aumenta sozinho?) e até mesmo no pay-per-view, entre outras práticas publicitárias realmente invasivas. 

Diretores de arte e criação e designers estão atentos às questões que tornam um e-mail marketing mais eficiente. É uma mídia objetiva e inteligente, limpa e correta, que não derruba árvores, não usa papel e não polui as ruas (para jogar fora basta um delete). O público pediu e recebe informações sobre algo no mínimo semelhante ao que já procurou.  

É também fácil de medir e mostrar resultados em um curto espaço de tempo. 

Há também uma série de questões técnicas a serem consideradas. A principal delas é a relevância. Os profissionais, ao contrário dos amadores e aventureiros, já perceberam que não se trata de pegar um folder ou revista digitalizados e enviar por e-mail. Para obter resultados de verdade sem ser predador é importante tornar o e-mail marketing realmente interessante para as necessidades dos clientes. 

Existe uma ciência. Existe uma forma de dirigir o olhar do usuário e trabalhar suas sensações através de conceitos como semiótica, sintaxe de linguagem visual, arquitetura da informação, usabilidade, design de interface, psicodinâmica das cores e planejamento (conceito, estratégia e periodicidade adequada). Técnicas e cuidados são de importância fundamental para separar a mídia inteligente do mero lixo eletrônico. 

É importante tornar o e-mail marketing um verdadeiro pool de produtos, promoções e serviços que estabeleça, crie e mantenha a relação da loja virtual com o cliente, fidelizando-o simplesmente por colher plena satisfação com o que está sendo oferecido, trazendo para as lojas virtuais mais do que resultado financeiro imediato, mas também valor agregado às marcas. 

Para maior clareza, podemos fazer uma analogia a partir de um exemplo cotidiano e banal sobre a diferença entre enviar ou não enviar spam. 

Quando os automóveis param nos semáforos das grandes cidades, os motoristas são abordados com um sem-número de práticas nem sempre desejadas que visam vendas. Quando a mocinha educada com um folder na mão nos oferece a sua propaganda, temos a oportunidade de aceitá-la ou não, sem constrangimento. Seja por julgar a informação interessante ou por contribuir com o trabalho dela.  

Contudo, vendedores de rua praticam spam quando penduram saquinhos de balas nos nossos retrovisores ou rapazes com água e sabão de quinta dentro de uma garrafa de refrigerante e um rodinho de pia “limpam” nossos vidros dianteiros sem autorização, sem que tenhamos sequer a chance de dizer que não queremos.  

É esta a prática que nós, profissionais do marketing e publicidade online, não devemos realizar. Para o nosso bem e para o bem daqueles para os quais prestamos serviço.  

[Fonte: Webinsider]

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