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A espera da vida real

Páscoa é uma data muito comercial, principalmente para o ocidente; transcende séculos e enaltece o corpo físico. No começo ovos eram pintados, ovos de açúcar (saudades) e atualmente, ovos de chocolate. Sem dúvida alguma, uma delícia saborear uma barra de chocolate amargo ou meio-amargo com 64% de cacau. Já o preço está fora de cogitação, mas o sabor fica como deveria ficar o real significado da Páscoa.

Todo homem deveria ter uma religião, um caminho a ser seguido, um exemplo a perpetuar com os seus descendentes. Não importa como se chame ou se vista desde que seja na imagem do Pai, o Criador; aquele que possibilita a nossa evolução, permitindo estar neste planeta de provas e expiações com o único intuito de elevar o espírito do homem às alturas, ou seja, à vida real, a verdadeira morada, o plano espiritual.

Uma das formas do Pai nos ajudar em nossa evolução é através dos grandes espíritos como o de Jesus, Mestre dos Cristãos, professor de todos os humanos. Veio após grandes períodos de preparação para poder ter forma percebível pelos homens. Se fosse possível medir sua aura, o mundo seria pequeno, tamanho é sua capacidade de irradiar energias puras e benéficas.

Mas o homem o troca por uma barra de chocolate, lambendo os dedos, remexendo os cantos à procura de outra, mais outra barra de chocolate.

Não quero de hipótese alguma condenar e recriminar a prática comercial, sou cliente e adepto ao chocolate, quero sim frisar que a vida real não está aqui, nesta encarnação; está em planos superiores para aqueles que conseguirão cumprir seus propósitos e, passando por suas provas e expiações, conseguirão evoluir, sem esquecer-se do resgate do mal feito ou do bem deixado de ser feito.

Jesus, amado Mestre, semeou a planta da evolução em todo o ser humano e poucos conseguem perceber o que realmente ele veio aqui fazer. Não julgo e nem quero julgar, entretanto fico preocupado com a falta de atenção ao que ele pretendia nos mostrar e ensinar – e pretende como governador da Terra. Nós, meros espíritos em evolução, não prestamos atenção, quanto mais no continuar dos seus ensinamentos e exemplos.

A Páscoa representa a evolução na oportunidade da reencarnação sucessiva do espírito imortal através de novos corpos, novas famílias, novos ambientes; podemos reencarnar através de laços consanguíneos ou afetivos, mas isto vai depender do que aqui fizemos e do merecimento adquirido. Alguns terão o brilho enquanto outros poderão vir na escuridão; outros médiuns serão porque muito têm que cumprir e ser responsabilizados pelos feitos; outros, ouvintes ávidos ao conhecimento, atentos as oportunidades de crescimento.

Que o real significado desta Páscoa inunde seus lares, abraçando a todos com a energia advinda do Pai e de nosso irmão Jesus; que o sabor do chocolate esmague a oportunidade que Jesus nos dá.

 

O Que Vale Mais: Beleza ou Dinheiro?

Numa conversa com amigos surgiu este tema e eu achei muito interessante tentar escrever alguma coisa sobre ele, já que são as duas condições que, parece, são as mais cobiçadas pelas pessoas. É claro que não estavam em jogo outras variáveis também muito cobiçadas como a inteligência, a felicidade sentimental, o vigor sexual, a persistência e disciplina para o trabalho, a competência para os esportes ou para a vida social etc. A questão era apenas essa: beleza ou dinheiro?

Não valia também querer ter os 2, porque é óbvio que todos responderiam da mesma forma. Ao longo da minha mocidade, lembro que pensava muito sobre isso quando via uma moça muito bonita no ponto de ônibus. Como é que ela não arrumava um namorado mais bem posto na vida para poder sair daquela situação nada agradável? O fato é que muitas não o faziam e, estimuladas por uma ingenuidade que, penso, está desaparecendo, iam atrás de algum rapaz de suas relações e de condição social semelhante à sua. Não tinham em mente, ao menos de modo claro, que poderiam “trocar” a sua beleza pelo que quisessem. Era isso que estava na minha mente mais atenta à realidade da vida e por isso tinha tanta dificuldade em imaginar que uma moça assim bonita não dava uma solução melhor para sua vida.

O fato é que hoje tenho visto muito menos moças belas e atraentes em pontos de ônibus. Ao mesmo tempo, muitos rapazes, antes displicentes para a aparência física, buscam intensivamente se tornarem protótipos daqueles que seriam cobiçados pelas mulheres mais bonitas ou bem postas. É como se tivessem descoberto todo um modo de se estabelecer socialmente que jamais esteve aberto para os homens, destinados a trabalhar muito e a tentar crescer por força de sua competência para as atividades lucrativas.

Hoje em dia, rapazes e moças, homens e mulheres mais velhos, todo o mundo busca aprimoramentos físicos. Gastam tempo e dinheiro com cremes, cirurgias, tratamentos mais ou menos dolorosos. Fazem de tudo para se embelezar e também para manterem, pelo maior tempo possível, a juventude. É como se estes tivessem se transformado nos nossos maiores valores. São os mais cobiçados, ao que parece.

A vaidade é um elemento da nossa sexualidade relacionado com o exibicionismo. Está presente em todos nós. O que varia é o que pretendemos exibir e como queremos chamar a atenção ou atrair olhares de admiração em direção a nós. Podemos chamar a atenção pela beleza extraordinária. Isso é fácil para quem nasceu assim belo e costuma acomodar a pessoa, que não busca mais nada de muito relevante para si porque já está bem abastecido de gratificações deste tipo exibicionista. As moças, mais que os rapazes, sempre se preocuparam mais que tudo em chamar a atenção pela aparência física mesmo nos casos em que se destacam profissionalmente e têm uma boa condição sócio-econômica. Poucas foram, e são, as que preferem chamar a atenção por outras razões podendo atrair olhares de admiração e desejo por sua aparência física.

Penso que a condição masculina ainda é um tanto confusa e os rapazes, mesmo os que cultivam os músculos várias horas por semana, ainda gostam muito de desfilar com carros que chamem a atenção, o que é uma forma de exibicionismo da vaidade que se exerce pela via indireta. Ou seja, o carro chama a atenção das pessoas e também chama a atenção quem está dentro do carro, quem é o dono dele. Neste caso o dinheiro é que é a principal fonte do exibicionismo. Parece que, afora seu uso para as coisas básicas da vida, o dinheiro está sempre a serviço do exibicionismo. Até há pouco tempo, as moças exibiam a beleza e os rapazes, o dinheiro – deles ou da família – por meio de carros, relógios etc. Hoje as moças estão preocupadas em exibir boa condição financeira, como é exemplo o fascínio que elas têm por bolsas de grife e que todos sabem quanto valem (e muita gente usa as falsas com o objetivo de passar por aquilo que não é). Ao mesmo tempo, os rapazes cultivam ao máximo sua beleza física sem abrir mão, é claro, do exibicionismo material.

Parece que a vaidade se tornou mais exigente e todo o mundo quer chamar a atenção de qualquer jeito e quase sempre pela via da beleza ou do dinheiro. A competição se atiça e não vão bem as relações humanas, nem as de amizade e muito menos as amorosas. Agora, tudo leva a crer que, neste exato momento, a beleza está valendo mais do que o dinheiro – e não é que ele valha pouco. Acho que, com o fim da ingenuidade, todos, rapazes e moças, perceberam que a beleza tem um importante valor de mercado, de modo que acham que, de posse dela, conseguirão o dinheiro. A beleza chega ao dinheiro e nem todo o dinheiro do mundo compra a beleza para si. O dinheiro compra um parceiro – ou parceira – belo, mas não a beleza para si. Assim, o pólo se inverteu pelo fim da ingenuidade. Porém, as peças continuam as mesmas. O que interessa mesmo é beleza e dinheiro.

Flávio Gikovate: Médico Psicoterapeuta, Conferencista e Colaborador de várias revistas e jornais de grande circulação.
Site: http://www.flaviogikovate.com.br

O sol e o vento

Provarei que sou mais forte…

O Sol e o Vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte e o Vento disse:

- Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá embaixo com um capote? Aposto como posso fazer com que ele tire o capote mais depressa do que você.

Então o Sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o capote junto a si. Finalmente o Vento acalmou-se e desistiu de soprar.

Então o Sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o capote.

O Sol disse então ao Vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força.

Você é um profissional Jack Bauer?

Nenhum outro personagem do cinema ou televisão é tão eficaz quanto Jack
Bauer. O que temos a aprender com ele?
Em apenas um dia, Jack Bauer consegue salvar os Estados Unidos de ataques
terroristas - não apenas uma, mas diversas vezes, evita atentados à vida do
presidente, identifica traidores, interroga suspeitos, invade embaixadas,
foge de prisões, infiltra-se em grupos inimigos e, no fim de 24 horas,
consegue dar conta de todos os desafios. Nenhum outro personagem do cinema
ou televisão é tão eficaz quanto Jack Bauer. 

Peter Drucker foi, sem dúvidas, o pensador que mais bateu na tecla sobre a
importância da eficácia. Segundo o pai da administração moderna, eficácia
significa fazer as coisas acontecerem. Só isso? Exatamente. Parece simples,
mas poucos são os profissionais que realmente têm a capacidade de fazer o
que tem que ser feito e entregar resultados satisfatórios. A boa notícia é
que a eficácia é um hábito que podemos adquirir como adquirimos qualquer
outro hábito, ou seja: a partir da prática.

Drucker aponta cinco práticas essenciais para qualquer pessoa se tornar um
profissional eficaz. Vamos ver como Jack Bauer lida com cada uma delas?
- Gerenciar o tempo - O tempo é um recurso limitante e totalmente
irrecuperável. “Se você não souber gerenciar o seu tempo, não poderá
gerenciar coisa alguma”, diria o professor Drucker. Em 24 Horas, o relógio
corre literalmente contra Jack Bauer, o que faz da gestão do tempo uma
questão de vida ou morte para o agente da CTU.
- Esforçar-se para dar contribuições - O foco na contribuição é a chave da
eficácia. Significa transferir a atenção do profissional de sua própria
função, de sua especialidade específica, para o desempenho da empresa como
um todo. Drucker recomenda que se faça sempre a seguinte reflexão: “que tipo
de contribuição posso oferecer que afetará de forma significativa o
desempenho e os resultados da empresa em que trabalho?”. Bauer tem uma clara
noção do todo. O personagem nunca se esquiva de uma missão importante com a
desculpa de que “isso não faz parte do meu trabalho, não sou pago para
isso”.

- Tornar produtivos os pontos fortes da organização - Nada se constrói sobre
a fraqueza e, para conseguir resultados, devemos usar todas as forças
disponíveis - a dos colegas, a dos superiores e a nossa própria. O executivo
eficaz não toma decisões sobre pessoal para diminuir fraquezas, e sim para
aumentar a força da empresa. Nesse ponto, o personagem de Jack Bauer encarna
o verdadeiro gerente eficaz de Drucker. Bauer costuma tomar a frente das
operações, faz questão de trabalhar apenas com os seus melhores colegas (e
respeita e reconhece as competências de cada um), questiona e influencia a
ordem de seus superiores - o que inclui até mesmo o presidente dos Estados
Unidos! - e, por fim, tem consciência de seus próprios pontos fortes e os
coloca totalmente à serviço da “organização” (no caso, a CTU e os EUA).

- Concentrar seus esforços nas tarefas mais importantes para atingir
resultados - Um dos segredos da eficácia reside na concentração dos
esforços. Primeiro o mais importante. Devemos saber lidar com a realidade de
que sempre há mais coisas a fazer do que tempo disponível para realizá-las.
Para sermos eficazes, devemos saber estabelecer prioridades e, também,
posterioridades - aquelas tarefas que adiamos ou até mesmo abandonamos. Jack
Bauer é um mestre nessa prática. Uma das 24 frases mais ditas em todas as
temporadas da série é justamente “I don’t have time for this!” (”não tenho tempo para isso!”). Bauer,
inclusive, costuma passar por cima de algumas normas e regras burocráticas
que podem travar e comprometer o cumprimento de suas missões (um alerta: não
tente fazer isso na sua organização!).
- Tomar decisões eficazes - Drucker observa que a decisão certa exige tanto
análise quanto coragem. Cada decisão é um julgamento de risco: é um
comprometimento de recursos presentes com um futuro incerto e desconhecido.
Se o processo de tomada de decisão for cuidadosamente observado e as medidas
necessárias forem tomadas, diminui-se o risco e aumenta-se a chance da
decisão ser bem-sucedida. Todas as decisões de Bauer são extremamente
difíceis e arriscadas, mas o personagem tem consciência de sua importância e
não sucumbe com o peso de seu fardo - e não se exime de tomá-las, mesmo que
tenha que arcar com severas consequências posteriormente.
“A eficácia dos gerentes é a nossa maior esperança para tornar a sociedade
moderna economicamente produtiva e socialmente viável”.
Peter DruckerJack Bauer

I don’t have time for this!

Antes que atirem a primeira pedra, quero deixar claro que devemos guardar as
devidas proporções nessa comparação. Jack Bauer é um personagem fictício de
uma (viciante) série de televisão. Seus fins sempre justificam seus meios
nada ortodoxos. As situações impostas pelos roteiristas sempre colocam Jack
entre a cruz e a espada com dilemas morais e éticos complexos do tipo
“justifica-se torturar alguém para obter uma informação capaz de salvar
milhares de pessoas?”. Gostaria que o leitor, sinceramente, não tomasse esse
exemplos para condenar o pobre Jack Bauer e esse seu humilde fã que vos
escreve. É importante lembrar que Jack Bauer jamais saiu aplaudido ao final
das 24 horas. Pelo contrário, no último episódio seus problemas sempre
recomeçam… tic-tac, tic-tac, tic-tac.
 

Se vira, meu filho!

Para o desespero das mamães super protetoras, os especialistas defendem que a estimulação da independência nas crianças deve começar desde muito cedo.

E põe cedo nisso. Segundo Cláudia Razuk, Coordenadora Pedagógica do Colégio Itatiaia em São Paulo, esse processo deve começar enquanto ainda são bebes, em situações simples e corriqueiras do dia a dia, como, por exemplo, no hábito de dormir ou segurar a mamadeira sozinhos.

Um dos enganos mais comuns dos pais é esperar que a criança já domine determinada capacidade para, então, pedir que a faça. Nada disso! O aprendizado acontece justamente quando estas fases são respeitadas: a iniciativa para começar, as tentativas, lidar com a frustração do erro, ser perseverante , saber buscar ajuda, tentar quantas vezes forem necessárias até atingir o êxito e curtir a vitória.

Colocar estes pequenos desafios em prática, no entanto, nem sempre é tarefa fácil para os pais. Como estimular corretamente sem deixar de respeitar a capacidade das crianças, que ainda são muito pequenas? A pedagoga Cláudia Razuk dá uma forcinha com algumas sugestões. Veja abaixo!

Organização de objetos
Com um ano e meio de idade, a criança já compreende ordens simples e já pode começar a participar de pequenas tarefas como, por exemplo, guardar seus calçados no local (desde que este seja de fácil acesso).

Aos dois anos já é capaz de reconhecer o local onde são guardados alguns brinquedos grandes e simples. Estimule e ajude, dando orientações, mas não fazendo por ela.

Aos três anos, já é capaz de organizar a sua caixa de brinquedos, o que desenvolve o pensamento lógico matemático (separação das peças segundo algum tipo de atributo, como cor, forma, tipo de brinquedo), exige planejamento, atenção e responsabilidade.

Na cozinha, a criança já pode começar a participar de algumas tarefas simples, como ajudar a colocar a mesa (elas reconhecem, de forma fácil e simples, os locais onde os utensílios são guardados), ajudando-a a perceber e participar da organização. E você pode incentivá-la a criar outras maneiras de arrumar a mesa ou guardar os utensílios. Muito cuidado para não impor as formas de organização. Deixe que a criança crie seu próprio raciocínio e use a sua criatividade e vá, apenas, orientando-a quando necessário.

Com cinco ou seis anos, já pode ajudar a lavar a louça (peças plásticas, para evitar acidentes). Ela desenvolverá um domínio motor mais refinado, pois deverá lidar com o peso do objeto e o fato de estar escorregadio pelo sabão.

Vestir-se e calçar-se sozinho
Aos dois anos, a criança já demonstra interesse em despir-se sozinha. É o primeiro passo para que, em seguida, possa vestir-se também. Nesse momento, a ajuda dos pais será essencial, pois alguns atos facilitarão a aquisição dessa capacidade: mostre à criança características que ajudarão na rotina, como a costura das roupas, que deve ficar por dentro, a etiqueta, que geralmente fica atrás. Faça pequenas marcas no lado interior dos calçados, explicando que, quando for calçá-los, as pequenas marcas deverão ficar juntinhas, ajudando para que não calce os sapatos ao contrário.

Ao vestir-se e calçar-se sozinha, a criança desenvolve a coordenação motora, a lateralidade, a organização do pensamento lógico. Embora simples, estes atos requerem que a criança processe e organize uma série de informações mentais antes de colocar as ações em prática.

Hora da higiene
Que delícia é a hora do banho! Se puder ser feito com calma então, melhor ainda! Ao invés de fazer rapidamente, procure iniciar um pouco antes e vá estimulando, orientando e deixando que ela faça sozinha. Esse processo, até que seja completo, pode demorar, mas no final, valerá a pena!

O mesmo acontecerá para escovar os dentes. Ao colocar a quantidade exata de creme dental na escova, a criança precisará de treino e domínio motor, da força adequada ao apertar o tubo e da percepção da quantidade do creme. E de uma boa coordenação motora para executar movimentos variados e ainda utilizar a força adequada para a escovação. É um belo exercício, não é mesmo? Ao final, os pais podem dar uma ajuda extra para garantir que a escovação esteja perfeita.

Dar continuidade, sempre
Conforme a criança for crescendo, novos desafios surgirão. E surgirão também para os pais, que deverão estar sempre atentos ao que poderão ou não “delegar” a seus filhos. Mas nesse momento, se toda a primeira fase de estímulo à independência tiver sido trabalhada, com certeza a criança estará preparada para encarar toda e qualquer nova situação, com total segurança.

Hábitos de independência que se criarem desde cedo ajudarão a criança a tornar-se um adolescente e, posteriormente um adulto, muito mais responsável, bem resolvido, organizado e com grande iniciativa. Por isso é importante, além de estimular os hábitos em si, dar significado e mostrar a importância de cada ato.

Trabalhar a autonomia da criança ajudará na sua auto-estima. A fase de tentativas, erros e acertos é um momento importante onde os pais e educadores deverão estar atentos, dando força e incentivo para que ela seja perseverante (outro comportamento extremamente importante, que ela levará por toda a vida!) e não se desanime diante das dificuldades.

Lembre-se: acima de tudo, os pais devem acreditar no potencial de seus filhos.

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