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Archive for the 'Notícias' Category

Algumas histórias interessantes…

Algumas histórias interessantes…

* Adams estava numa farmácia e ouviu uma moça pedir um tablete de cera parafinada para mascar. Foi aí que teve um estalo. Depois de inúmeras tentativas, Adams adicionou alcaçuz ao produto fez o chicle em forma de pequenas bolas e embalou-as em caixas. O produto ganhou grande popularidade durante a Segunda Guerra Mundial, pois era usada pelas pessoas para aliviar o stress que vivia na época. Depois de encerrada a guerra o consumo de chiclete disparou no mundo. A marca Adams foi responsável por colocar a palavra chiclete no mapa de consumo mundial.

* Cirque Du Soleil mudou o modo como os circos eram apresentados, mudando o foco para o público adulto. Tirou de cena leões, zebras, macacos e angariou a simpatia de defensores de animais. Por tabela, reduziu as despesas de logística e manutenção. Desde sua fundação, mais de 38 milhões de pessoas já passaram por suas platéias nas quase 100 cidades aonde realizaram suas performances. Os novos circos aliam tecnologia, teatro, dança e música a orçamentos milionários e equipes gigantescas.

* Philips tem por prioridade fabricar produtos que as pessoas realmente desejem possuir e foi o que ela fez. Com a chegada das maquinas digitais, as pessoas deixaram de revelar a grande maioria das fotos. Um dos produtos mais inovadores dos últimos tempos é o Porta-Retrato digital, que recebe as fotos diretamente da câmera, exibe e alterna as fotos.

* Alcoa em 1880, um professor mostrou aos seus alunos de química um pequeno pedaço de alumínio e lhes deu uma grande dica. Aquele que descobrir uma forma econômica de produzir esse metal ficará rico. Hall, um daqueles alunos, costumava fazer experiências com minerais desde os 12 anos, transformando uma pequena cabana atrás de sua casa em um rústico laboratório. Após a formatura, ele continuou com suas experiências. O resultado foi uma massa solidificada que ele deixou esfriar, depois a estilhaçou com um martelo. E surgiram várias pequenas pelotas de puro alumínio. Desde o primeiro dia até hoje, a Alcoa tem permanecido a empresa líder mundial em alumínio.

* Black e Decker a idéia de criar uma furadeira elétrica surgiu depois de analisarem o comportamento de seus funcionários. Na sexta-feira desapareciam várias ferramentas elétricas das fábricas, que voltavam a reaparecer na segunda-feira seguinte. Chegaram à conclusão que os operários as levavam para casa, aproveitando o fim-de-semana para fazer alguns reparos e pequenos trabalhos. Se assim acontecia, porque não criar uma linha de ferramentas elétricas, especialmente desenhadas para o consumidor doméstico, mais leves, com um designer mais agradável, com menos potência e adequada às suas necessidades?

Como surgiu o Dia da Criança


O Dia das Crianças no Brasil foi “inventado” por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de “criar” o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA EXPLICADA DE FORMA DIDÁTICA

 

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares, financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou para o Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.

Com os 800.000 dólares, Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou três casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares, que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) para ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou TV de plasma de 63 polegadas, notebooks, cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.

Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez.

O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil! Parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.

Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa para vender como nunca. Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das três casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, das cuecas, dos notebooks, da TV de plasma e do cartão de crédito.

Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as três casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito abaixo daquele que Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e, também, das três casas que havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.

Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as três casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir.

Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseados nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.

Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer, mas estavam disseminados por todo o mercado, não só nos bancos americanos como também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel. Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.

Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou. Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado. O medo de perder o emprego fez a economia travar.

Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo, porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.

O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.

No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por dois dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.

O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.

No útlimo dia 15 de Setembro de 2008, o Lehman Brothers pediu falencia, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos ) pontos no Índice Dow Jones, que mede o valor ponderado das ações das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de New York - a maior queda em um único dia, desde a quebra de 1929.

Após a leitura do texto acima, você acha que a crise é só dos americanos? Não, não é só a crise econômica americana (EUA), mas a de todo o mundo!!!

E pode sim afetar o Brasil, pois a recessão gera o medo, que gera a retração, que diminui o investimento, que restringe o crédito e, por consequência, diminui o consumo, que por sua vez gera o desemprego e a inadimplência. É ou não uma bola de neve?

Rede elétrica levará internet a 98% das residências

por Márcio de Morais / Gazeta Mercantil

Banda larga por cabos de energia tem preços competitivos por não precisar de novas redes

Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos - por não requerer implantação de novas redes - a banda larga por cabos de energia ou PLC (Powerline Communication) pode assumir papel importante na universalização da internet no País, disse ontem à Gazeta Mercantil, o gerente de Engenharia de Espectro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marcos de Souza Oliveira.

As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1 a 16 megabits por segundo (Mbps) e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps. O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações.

Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar “choque” ao acessar o serviço pela tomada de luz. “Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz”, explicou. Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador, por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de serem certificados pela Anatel.

Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, tem interesse em tornar-se prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.

3G: um novo paradigma na oferta de banda larga no Brasil

       :: Por Marco Aurélio Rodrigues*

Uma nova fase na telefonia móvel está prestes a começar no Brasil. A chegada
definitiva da terceira geração, a 3G, colocará o país em um novo estágio de
infraestrutura tecnológica que levará o consumidor brasileiro e a sociedade
em geral a experimentar uma importante mudança de comportamento no que se
refere ao acesso em banda larga.

A 3G está sendo percebida no mundo inteiro como plataforma de banda larga
móvel, e no Brasil não será diferente. A vocação das tecnologias 3G para
serviços de dados é refletida no número de dispositivos comercialmente
disponíveis hoje. Segundo a GSA, cerca de 50% dos dispositivos WCDMA/HSPA
são voltados para conectividade: placas, modems, laptops com módulos
embutidos e roteadores somam 200 modelos.

A adoção da 3G no mundo é surpreendente. Analistas estimam um crescimento
médio de assinantes no mundo de 44% nos próximos 7 anos, atingindo 1,3
bilhão de usuários 3G WCDMA em 2012.

Atualmente há apenas 7 milhões de usuários de banda larga no país, e destes,
mais de 70% têm acessos a velocidades inferiores a 1 Mbps. Os 115 milhões de
usuários brasileiros de telefonia celular terão brevemente à sua disposição
redes de banda larga 3G.

Dois fatores principais farão com que o cenário da banda larga no Brasil
sofra uma importante transformação: competição e cobertura.

A competição na banda larga 3G beneficiará o consumidor tanto em preço como
em qualidade dos serviços. A competição tem sido a principal alavanca para o
desenvolvimento da telefonia móvel no Brasil, e agora alcançará os serviços
de banda larga.

Será através da competição que os preços da banda larga 3G  - hoje já
equivalentes aos da banda larga convencional - cairão ainda mais. Ela ainda
proporcionará ao consumidor uma crescente oferta de dispositivos de acesso à
Internet. A preocupação com a atualização tecnológica das redes garantirá
qualidade cada vez melhor dos serviços.

A cobertura é fator preponderante para a universalização dos serviços.  O
modelo escolhido pela agência reguladora para a implementação da 3G no
Brasil garante cobertura para mais de 90% da população brasileira, já que as
operadoras terão de investir em redes de banda larga em todas as suas áreas
de atuação.

Ao fim de 8 anos, cerca de 3.600 municípios terão redes 3G, sendo que este
investimento será feito totalmente pela iniciativa privada, sem recursos
públicos, e por empresas especializadas em prestação de serviços de
comunicação. Esta grande infraestrutura que será estendida no Brasil pode
ser utilizada para atender aos programas de inclusão digital e de
conectividade do governo.

A disponibilidade da banda larga em todas as regiões é uma grande
oportunidade para conectar escolas, hospitais e outros órgãos do serviço
público sem a necessidade de altos investimentos do governo. Além disto, a
cobertura celular permitirá que muitos brasileiros tenham seu primeiro
acesso à Internet por meio do telefone celular, assim como ocorre em muitos
países.

Ao invés de ser “coisa para rico” a 3G irá democratizar a telefonia celular
e o acesso à banda larga no Brasil. O consumidor brasileiro irá aderir à
nova tecnologia de forma gradual no início, porém, cada vez mais rapidamente
à medida que as redes se espalhem pelo país e ele se aperceba que pode
trocar seu telefone de geração anterior por outro de tecnologia atual.

Uma indicação de que o ritmo de adoção deverá ser rápido está no índice de
troca de telefones celulares no Brasil. Segundo informações da indústria, em
2007 foram vendidos cerca de 43 milhões de aparelhos no país, sendo apenas
18 milhões para novos assinantes.

Estes dados indicam que algo como 25 milhões de celulares foram vendidos
para pessoas que simplesmente quiseram trocar seus aparelhos - na maior
parte das vezes por um modelo melhor e mais moderno.

A 3G está trazendo um novo paradigma para as comunicações no Brasil em que a
banda larga, um dos motores para o crescimento do país, estará finalmente ao
alcance de milhões de brasileiros.

*Marco Aurélio Rodrigues é presidente da QUALCOMM no Brasil

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