BigRendaBlog - Um pouco de tudo » Notícias

Archive for the 'Notícias' Category

A fórmula contra a Dengue

(Rio de Janeiro, BR Press) 

Uma fórmula homeopática de remédio contra a dengue está circulando freneticamente pela internet. Mas o que muitos cariocas desesperados com o surto da doença não sabem é que se trata de uma fórmula em uso há nove anos, criada pela então presidente do Instituto Hahnemanniano do Brasil, Profa. Dra. Ana Teresa Doria Dreux (CRM no. 52.33019-0), hoje vice. “Desde então tratamos diversas pessoas, antes e depois de pegarem dengue, com resultados satisfatórios”, diz a homeopata.

Naquela ocasião, Dra. Ana Teresa e outros colegas homeopatas foram chamados à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, por uma médica que lá trabalhava no setor de Homeopatia, Ela pediu-lhes para criar uma fórmula ou sugerir um medicamento que pudesse ajudar no tratamento da dengue. “Criei uma fórmula homeopática, que durante este tempo tem sido usada por mim e outros colegas homeopatas para prevenção e tratamento da dengue”, conta.

A composição é:

RHUS TOX. / EUPATORIUM PERF./ CHINA OFF./ LEDUM PALUSTRE/ GELSEMIUM/ 5CH/ aã.

Segundo a médica, basta levar esta fórmula à qualquer farmácia homeopática. O veículo pode ser glóbulos (sacarose), tabletes (lactose) ou gotas (alcoolatura a 30 %).

“O medicamento deve ser usado como PREVENTIVO da dengue, desta forma: tomar 3 glóbulos ou tabletes ou gotas, UMA VEZ AO DIA, enquanto durar a temporada da epidemia. Isso tanto para adultos como para crianças de qualquer idade, sendo que no caso de crianças não se usa a forma alcoólica. O medicamento deve ser dissolvido lentamente na boca.

Para bebês que não estão sendo amamentados, a mãe pode dissolver 2 glóbulos com uma colher de chá de água para facilitar a administração. Se o bebê estiver com MENOS de 3 meses e sendo amamentado, a mãe pode tomar 6 glóbulos antes de uma mamada que o efeito passará para o leite materno. Grávidas podem e DEVEM utilizar a fórmula.

“Alcoolatura a 30% é indicada para pacientes que não podem tomar açucar (diabéticos). Tomar com um pouco de água”, alerta a médica.” Óbvio que para crianças é mais indicado os tabletes. Para quem tem alergia a leite, use-se os glóbulos”.

Para TRATAMENTO, no caso de dengue ou mesmo suspeita de dengue, ministrar desta forma: tomar 3 glóbulos (ou gotas ou tabletes) de 2/2 horas, ESPAÇANDO PARA 3/3 HORAS E 4/4 HORAS, etc, aumentando os intervalos na medida que os sintomas melhorarem, ATÉ A REMISSÃO COMPLETA DOS MESMOS.

Em caso de DENGUE HEMORRÁGICA, ou mesmo suspeita (isto é plaquetas abaixo de 150 000), principalmente em crianças, ACRESCENTA-SE ao tratamento acima, dois medicamentos:

PHOSPHORUS, 12 CH, 4 glóbulos ou tabletes ou gotas (tomar pela manhã), e CROTALUS, 12 CH, 4 glóbulos ou tabletes ou gotas (tomar à tarde), até as plaquetas normalizarem (150 000). NÃO PARAR COM A OUTRA FÓRMULA E AGIR COM RAPIDEZ.

“Nos casos que tenho acompanhado, as plaquetas SOBEM rapidamente de maneira surpreendente”, garante Dr. Ana Teresa. “Como todos nós, estou profundamente emocionada e chocada com o que tem acontecido ultimamente, principalmente em relação às crianças e grávidas. Por isso, resolvi divulgar minha modesta experiência ma internet”.

Cuidados essenciais

Dr. Ana Teresa aposta na homeopatia, que, segundo ela, não dispensa nem interfere em outros cuidados médicos, mas adverte sobre a importância do combate ao vetor da dengue (o mosquito), da realização de exame soroólogico na suspeita da doença e da hidratação com soro caseiro.

“Deixo claro que esta é a minha experiência profissional como médica homeopata”, ressalta. “Nos inúmeros casos que tenho tratado, a doença evolui de maneira branda, sem agravar ou deixar sequelas. Para os pacientes que usam a fórmula como preventivo, até hoje não houve um caso de contaminação, pelo menos a mim relatado”, garante a médica.

Dr. Ana Teresa passou a distribuir a fórmula todos os anos para todos os funcionários do IHB, nas épocas de epidemia e, desde então, segundo ela, “nenhum funcionário (cerca de 22) contraiu a doença, mesmo os que moravam em locais endêmicos”.

Alternativa ao repelente

Pode-se usar externamente a pomada de Ledum Palustre como repelente, que funciona de modo bastante eficaz e não traz alergias. “Mas só para quem NÃO PODE de geito nenhum usar repelente”, adverte a médica.Segundo ela, uma outra boa medida de prevenção é tomar vitaminas do complexo B, que eram usadas no Vietnã pelos soldados americanos. O complemento deixa um odor na pele que afasta o mosquito, e a vitamina C reforça o colágeno e a imunidade. “Existe o Teragran Jr., uma fórmula que reúne estas duas vitaminas, para crianças, que pode ser administrado por todos”, ensina.

Marketing viral provoca polêmica

Por pressão dos anunciantes, cresce na propaganda o uso da ferramenta conhecida como “marketing viral” ou “buzz marketing”. São iniciativas que apelam ao velho recurso da divulgação boca-a-boca, só que agora difundido via internet e, se possível, em noticiários de rádio, televisão e mídia impressa. Para chamar atenção do consumidor em meio a tanta oferta de anúncios, as agências tentam ações inusitadas na expectativa de gerar exposição na mídia e visibilidade para as marcas. O excesso de uso desse tipo de iniciativa, na opinião de alguns publicitários, começa a saturar o consumidor e causar problemas. Afinal, quando se provoca os comentários espontâneos, se perde o controle da situação. E, quando se provoca factóides pode se provocar críticas. “Há risco envolvido nessas ações e isso precisa ficar claro para o anunciante”, diz Paulo Sanna, diretor de criação da agência McCann-Erickson.

Nas últimas semanas, duas ações de grandes anunciantes, Nike e Unilever, acenderam comentários sobre o tema. A Nike apelou para um blog na tentativa de plantar um fato positivo sobre o jogador Ronaldo, operado no joelho e patrocinado da marca. Houve protesto da comunidade blogueira por se sentir manipulada. “A proposta era provocar um ato de solidariedade ao jogador”, diz o assessor da Nike, David Grinberg. Mas a onda de comentários negativos acabou provocando a demissão do publicitário que disparou a ação.

Se há consenso que, no caso da Nike, o viral não foi bem sucedido - até mesmo entre os mais radicais, adeptos do estilo “falem bem ou mal, mas falem de mim” -, no caso do falso incidente dos “vestidos iguais” usados por duas atrizes, criado pela Unilever promover a sua marca Seda de xampu, há divisões. “A imprensa é que se sentiu manipulada”, diz um publicitário que prefere o anonimato.

A coincidência tinha jeito de ação orquestrada desde o início, mas, mesmo assim, em especial a mídia de celebridades e as colunas sociais embarcaram na situação criada pela Unilever. Deram exposição ao falso incidente de Adriane Galisteu e Taís Araújo. A ação integra a campanha em que a embalagem do xampu tem a estampa do vestido usado pelas atrizes, contratadas como garotas-propaganda .

“Contratar gente para disparar e-mails não é uma ação viral, embora seja vendida como tal”, critica Sérgio Valente, presidente da agência DM9DDB. “É muito difícil criar um factóide que vire assunto para um boca-a-boca, que seja capaz de mobilizar as pessoas. Quem promete algo assim não vai entregar. Pior, o consumidor não aceita manipulação. Ele aceita uma idéia surpreendente, mesmo que seja pura publicidade.”

Sanna, da McCann, que já fez uso do marketing viral a pedido de clientes, faz questão de destacar que o uso deve ser bem ponderado, para não resultar em prejuízo para a marca. “Plantar um fato falso pode promover antipatia”, diz ele. “A exploração do recurso fez muito sucesso em 2000, quando surgiu, até 2005, quando o uso excessivo reduziu sua força. Hoje, só faz sentido usá-lo se o recurso fizer parte de uma campanha maior, orquestrada em várias etapas”. Esse seria o caso da Unilever para a marca Seda.

Para atingir seus objetivos comerciais, as ações virais precisam ter senso de oportunidade. A agência NBS obteve bons resultados para o cliente MyMovies, uma locadora de filmes do Rio de Janeiro, ao produzir uma campanha no boca-a-boca a partir de um vídeo postado no YouTube. A ação teve a participação do ator Caio Junqueira, um dos policiais em treinamento pelo capitão Nascimento no filme Tropa de Elite.

O momento da iniciativa contou a favor, já que aconteceu quando o filme começava a fazer sucesso junto ao público e criar polêmica. A estratégia tinha duas etapas. Na primeira, mostrava o ator brigando com um camelô de filmes piratas, sugerindo que ele confundia o personagem com a vida real. O rumor causado pelo vídeo rendeu várias matérias na imprensa, além de ter figurado entre os mais assistidos no YouTube na semana de sua estréia. Depois desse sucesso, a agência pôs outro vídeo no ar, em que o serviço da locadora MyMovies era apresentado.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Viva a mulher empreendedora brasileira!

IT Careers - Convergência Digital

:: Por André Raduan* ::

 

Uma pesquisa realizada recentemente pelo prestigiado instituto GEM (Global

Entrepreneurship Monitor) confirmou uma realidade vivida há anos por nosso

país. As mulheres brasileiras estão em quarto lugar no ranking mundial de

empreendedorismo, à frente de emergentes como Chile e de potências como

Estados Unidos e França.

 

Então, o espírito empreendedor se manifesta na mulher brasileira diferente

do homem? Será que usa atributos essencialmente femininos (como

sensibilidade e intuição) na hora de se lançar em um novo negócio ou mesmo

implantar um projeto na empresa em que trabalha? Isso faz dela uma

empreendedora nem melhor, nem pior, mas diferente de seu colega homem? Como

isso afeta a gestão do negócio em si? E de que forma isso interfere em uma

maior inserção da mulher empreendedora no mercado de trabalho?

 

Segundo a pesquisa, o que leva a brasileira a empreender é principalmente a

necessidade. Mais da metade das entrevistadas (58%) partiu para o próprio

negócio para ajudar nas despesas da casa. Ou seja, são milhões de

brasileiras que, além de executar as tarefas de casa iniciam um negócio

próprio, muitas vezes depois de cumprir oito horas de trabalho regular. Por

que, então, depois de tanto fazer, as mulheres ainda têm ânimo para fazer

decolar seu próprio negócio?

 

Para muitos é o sonho. O palestrante César Souza afirma que o sonho é “a

primeira etapa do planejamento estratégico das empresas, carreiras e até

mesmo dos países”. César afirma que existem algumas características do

universo feminino que, de forma preconceituosa, eram consideradas fraquezas,

como impulso para acomodar situações, sensibilidade para a necessidade dos

outros, preocupações comunitárias etc; mas acabaram virando vantagens no

mundo corporativo atual. “Se os homens foram os heróis da Era Industrial, as

mulheres têm um grande papel a desempenhar na Era dos Serviços, que precisa

das habilidades de relacionamento com clientes e com comunidades,

característica feminina por excelência”, analisa.

 

Outros apostam que é visão de futuro. O pesquisador americano Warren Farrell

estuda empreendedorismo há anos. Para ele não há dúvidas: as mulheres querem

ter uma vida equilibrada, o que as torna menos competitivas.. “Mas, quando

decidem ir atrás de sucesso e dinheiro com engajamento, elas deixam os

homens para trás”. Segundo Farrell, “mulheres geralmente querem ter um

negócio que faça parte de sua vida particular, mas que também permita que

elas tenham tempo para a ginástica, para os filhos, para si mesmas. Isso tem

um preço”. Mas ele é categórico: a mulher que tem como prioridade na vida

fazer sua empresa crescer provavelmente terá sucesso igual a um homem nas

mesmas condições ― ou maior. Para Farrell, uma mulher ambiciosa, que

tem ou quer ter uma empresa e cuja prioridade é trabalhar para sustentar a

família, deve saber uma coisa importante: se ela realmente quer isso para

sua vida, provavelmente terá desempenho superior ao do marido.

 

Pois bem, a soma de tudo conduz a uma certeza: o mundo do empreendedorismo

não existe hoje sem a efetiva participação feminina. De acordo com a revista

britânica “The Economist”, na última década o trabalho das mulheres

contribuiu mais para o crescimento da economia mundial e ao combate à

pobreza do que a impressionante taxa de crescimento do produto interno bruto

da China.

 

Acredito em tudo isso, mas adiciono outro motivo para o sucesso da

brasileira no empreendedorismo: perseverança. Quando decidem fazer as mesmas

coisas que os homens fazem, elas quase sempre se saem melhor. Estudos

mostram que mulheres que não casaram e não tiveram filhos ganham 17% mais do

que homens na mesma condição. Essa descoberta derruba completamente o mito

de que as mulheres seriam discriminadas no campo profissional apenas por ter

nascido mulheres.

 

Percebam que pessoas envolvidas em qualquer atividade empreendedora, em

qualquer estágio do seu negócio, tendem a ser mais confiantes em suas

próprias habilidades. Provavelmente conhecem outros empreendedores, e estão

mais alertas para a possibilidade de oportunidades ainda não exploradas.

 

Como conclusão, seja para começar um micro-negócio no Brasil, liderar uma

empresa multimilionária nos Estados Unidos ou incrementar uma competitiva

empresa de alta tecnologia na Coréia do Sul, as mulheres empreendedoras

estão se tornando um crescente e importante componente da economia mundial,

do aumento de produtividade desta e do esforço global contra a pobreza.

 

*André Raduan é diretor geral da Amway do Brasil

Sites dobram em dois anos e beiram 120 milhões

O número de websites dobrou na internet nos últimos dois anos, e alcançou em maio o número de 118 mil, segundo uma pesquisa realizada pela companhia de serviços de Internet Netcraft.

Em fevereiro de 2005, o total registrado era de 60 milhões. Depois de um período de estagnação no último trimestre daquele ano, o crescimento da rede parece ter sido retomado com fôlego.

Apenas neste ano, cerca de 12,8 milhões de sites foram adicionados ao ciberespaço.
Só entre abril e maio, cerca de 4,4 milhões de sites foram criados na rede.

Desses, mais de 1 milhão - cerca de um a cada quatro novos sites - foram blogs, sobretudo em grandes servidores, como blogger (que cria sites com a terminação blogspot.com) e MSN.

Blogs

O porta-voz da Netcraft, Paul Mutton, disse que os blogs são o fator que mais aparece quando se observam os números de crescimento da internet.

“As pessoas se sentem mais poderosas ao criar sites e postar notícias, postar suas impressões sobre o mundo na internet”, ele afirmou.

Baseados nos números da Netcraft, analistas independentes já colocam o número de webpages - cada website pode conter centenas ou milhares de webpages - em mais de 30 bilhões.

O ritmo de crescimento da rede mundial neste ano está seguindo o passo de 2006, quando “nasceram” 30 milhões de sites.

Parte disto são domínios registrados por pessoas que planejam vendê-los mais tarde. Alguns, encalhados, acabam desaparecendo.

“Há muito sobe-e-desce nos números da internet, mas à medida que o registro de domínios se torna mais barato e o acesso à tecnologia, mais fácil, é razoável pensar que o número de sites continuará crescendo”.

Fonte: BBC

Não fique fora desta onda: clique aqui

Hélio Costa promete banda larga em todo o País até 2010

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, que o governo brasileiro pretende levar acesso de alta velocidade à Internet a todos os municípios brasileiros até o final de 2010. Segundo ele, nas próximas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar investimentos da ordem de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões em infra-estrutura para o cumprimento do objetivo.

O ministro presidiu nesta manhã o debate sobre acesso à Internet durante o Fórum de Governança da Internet, que começou dia 12 e se encerra na próxima quinta-feira. Costa diz que as obras de infra-estrutura vão permitir o acesso à Internet de alta velocidade às escolas e ao serviço público dessas regiões.

“O presidente (Lula) deve se pronunciar nos próximos dias para mostrar que essa é uma prioridade. Estamos estudando de que forma faremos o trabalho. O governo vai investir na infra-estrutura e posteriormente abrir licitação para que empresas possam disponibilizar o acesso aos órgãos públicos e criar as condições para que elas ofereçam o serviço individual à população”, diz.

Estudos do governo apontam que empresas estatais podem colaborar na ampliação das linhas de fibra-ótica terrestres, com o uso de torres de transmissão da Eletrobras e dutos da Petrobras. Em alguns casos, o uso do satélite também servirá como opção.

Etapas
O trabalho do governo vai se desenvolver em três frentes. Um grupo de 696 cidades, onde a oferta de banda-larga já é uma realidade, deve receber apenas ações para que algumas áreas periféricas, não contempladas, possam contar com o acesso. Outro grupo, maior, de 2.951 municípios, tem sustentabilidade econômica para receber o acesso e até o fim de 2010, segundo projeções do governo, deve contar com 100% de acesso à conexão de alta velocidade.

A situação mais crítica é de 1.916 cidades que necessitam de recursos públicos para que sejam criadas condições de infra-estrutura que viabilizem o serviço.

O ministro afirmou ainda que existe a necessidade de se democratizar as interconexões internacionais, que passam pelos “backbones” (espinhas dorsais) concentradas principalmente nos EUA, Europa e Cingapura, onde a renda gerada pelo fluxo de comunicação acaba concentrada. No caso, países mais pobres contribuem, mas não recebem o serviço na mesma proporção.

Redação Terra

« Prev - Next »